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Política

09/09/2015 12:48

Desembargador autoriza quebra de sigilo telefônico de envolvidos na Coffee Break

O Desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva acatou o pedido do MPE (Ministério Público Estadual) e autorizou a quebra de sigilo telefônico dos dados contidos no aparelho telefônico dos citados na Operação Lama Asfáltica e Operação Coffee Break, realizadas pela Polícia Federal e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), respectivamente.

A perícia técnica supervisionada pelo TJMS deve analisar a agenda telefônica, arquivos de texto, áudio e vídeo, arquivos de fotos, mensagens de texto (SMS) e mensagens trocadas por meio de aplicativos de conversas, como o whatsapp.

De acordo com o processo em trâmite, serão analisados os aparelhos telefônicos do prefeito afastado Gilmar Olarte (PP por liminar), vereador Edil Albuquerque (PMDB); vereador José Airton Saraiva (DEM); vereador Waldecy Batista Nunes – chocolate – (PP); vereador Giomar Nery de Souza (PRB); vereador Carlão (PSB); vereador Edson Kyioshi (PTB); vereador Paulo Siufi (PMDB), vereador Jamal Salem – (PR), vereador afastado por envolvimento em escândalo de exploração sexual, Alceu Bueno, expulso do PSL por possível envolvimento em um "esquema" para cassar Alcides Bernal (PP), no ano passado.

Serão analisados também, os telefones  dos empresários João Amorim, dono da Proteco, João Roberto Baird, dono da Itel Informática e Fabio Portela Machinky, que são grandes pivôs da Operação Lama Asfáltica. 

  

Operação Coffee Break

É o resultado de duas operações realizadas, uma do próprio Gaeco que investigou o prefeito afastado Gilmar Olarte, do PP, em 2014, em que o apontou como principal articulador em esquema estelionatário e investigado por crimes de corrupção passiva, continuidade delitiva e lavagem de dinheiro. O objeto serviu de base para abertura da Comissão Processante na Câmara.

Já a outra, se trata da Operação Lama Asfáltica deflagrada pela Polícia Federal que desmantelou a quadrilha especializada em fraudar licitações de obras públicas. O valor desviado foi de R$ 11 milhões podendo chegar a R$ 45 milhões desviado dos cofres públicos.

Em todas as operações, tanto os promotores quanto os agentes flagraram conversas dos envolvidos sobre obtenção de vantagens, inclusive econômica, e oferecimento de cargos na administração de Gilmar Olarte, antes mesmo, que o prefeito atual Alcides Bernal fosse cassado no dia 13 de março de 2014. Após o cruzamento de dados, os promotores encontraram irregularidades e o objeto foi alvo de inquérito preparatório para apurar as denúncias batizado de Operação Coffee Break.

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