Votação pelo parcelamento da Previdência Municipal de Maracaju, a Prevmar, foi marcada pelo espírito público de muitos parlamentares de Maracaju, que aprovaram o texto. No entanto, o despreparo do vereador Diogo Frizzo, que votou contra, marcou a negativamente a sessão.
Conforme apuração, o parcelamento das dívidas da previdência local foi discutido e deliberado pelo Conselho Gestor Administrativo e Fiscal da Prevmar. Esse grupo é composto por representantes do Executivo, Legislativo e representantes de servidores públicos municipais. Ou seja, é representativo e plural.
Com o voto negativo, Frizzo demonstrou desconhecer as leis que regem o fundo na cidade. Ainda conforme a apuração, Diogo não se ateve nem acompanhou as deliberações do conselho e só dedicou atenção às tratativas após a lei ser encaminhada à Câmara de Maracaju.
Foram destacados vários aspectos na falta de capacitação do vereador. Um deles se deu na condução do processo de aprovação dos parcelamentos de débitos do Município com o Fundo, em que ele votou contra a aprovação do parcelamento proposto.
Também foi observado na conduta do vereador pouco domínio sobre dispositivos que regem a previdência de Maracaju, inclusive critérios estabelecidos por lei local. Uma delas é a Lei Complementar 169/2022 e a Portaria MPT 1.467, de 02 junho de 2022.
Na avaliação de quem acompanhou a votação, faltou a Diogo Frizzo o conhecimento de aspectos basilares da função dele, que exigem capacitação, responsabilidade e isenção.
''O impacto desse tipo de decisão não é apenas administrativo, ele recai diretamente sobre os mais de 1.300 servidores públicos, que depositam no Funprevvmar a esperança de uma aposentadoria digna e segura. O improviso legislativo em questões sensíveis como essa não pode mais ser tolerado'', diz trecho das críticas.
Sensibilidade
Os demais parlamentares da cidade, Rener Barbosa; Ediney Gomes; Robert Ziemann; Gustavo Luis Duó; Bruno Barros; Daniel Esquivel; Catito e Jeferson Aparecido Lopes demonstraram sensibilidade e espírito público para entender a necessidade de 1.300 servidores que dependem do fundo.
O espaço está aberto para manifestação do parlamentar Diogo Frizzo.







