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Política

29/06/2014 11:00

Sem ter como defender Nelsinho, discursos ficam em despertar o medo da mudança

Convenção PMDB

A Câmara Municipal de Campo Grande ficou para a oficialização da convenção do PMDB. Nelsinho e Simone chegaram juntos no evento que está todo decorado com faixas de vários pré-candidatos, como a vereadora Carla Stephanini, que tentará uma vaga na Assembleia Legislativa, e Carlos Marun, o qual pretende a chegar à Câmara Federal dos Deputados.


Alunos da escola estadual Amélio de Carvalho Baís marcaram presença com a fanfarra e muita animação, mesmo com um frio de 11ºC.  Os peemedebistas têm até o momento, um círculo com nove partidos aliados. São eles: PTdoB, PEN, PSC, PRB, PRTB, PPL, PHS, PTM e PSB.


O candidato a deputado estadual, Vanderlei Cabeludo, em discurso disse que o povo tem fazer um comparativo dos governos do PT e PMDB. “Temos que comparar os governos, isso é notório. Agora a missão é votar e votar."


Foto: Rodson Willyams


Outra candidata à deputada, Tereza Critina do PSB, citou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos. “Esse nosso time é vencedor e a população clama por mudança e isso que esse time esta fazendo. O Estado mudou nesses sete anos do governo André e juntos vamos caminhar para a vitória”, concluiu a pré-candidata, esquecendo-se de que a mudança que quer deve se ater apenas à esfera federal e não à estadual.


Flashback - Já o deputado estadual Mochi lembrou das oportunidades criadas com o governo André. "Nós devemos manter o governo que criou todas as conquistas que foram empregadas. Vamos buscar na figura do Nelsinho a capacidade. Ele está preparado para assumir o Estado e todas as conquistas".


A vice de Nelsinho, pastora Janete agradeceu a presença de todos mesmo com o frio e abençoou a todos. “Quero agradecer a vocês que saíram de suas casas mesmo com esse frio. Sei que vocês pensam em um futuro melhor. Abencoo todos que aprovaram a essa escolha. Em nome do pai, do filho e do espírito santo”.

Foto: Rodson Willyams


O senador Moka falou sobre união. “Nelsinho, nós temos que dar uma resposta ao povo que sempre honrou o nosso partido. O PMDB só vai vencer se estivermos unidos Temos que lutar e tem que ter união é isso que nosso partido precisa, junto com a nossa liderança chamada 'André' e dos partidos aliados. Começamos em baixa e hoje estamos subindo e não vamos ofender os nossos adversários. Não vou disputar a eleição diretamente, mas vou participar de forma indireta”, finalizou o senador.


Simone Tebet em um discurso emocionado, lembrou do falecido pai, Ramez. "Estamos quilômetros à frente dos nossos adversários. Eles não têm o que nós temos, vocês. Nos temos os melhores nomes e os melhores quadros. E o PMDB tem as mãos competentes do Nelson e daqueles que nos cercam, André e Moka e de outros. Quero agradecer duas pessoas. Ao meu pai que me introduziu na vida pública da qual eu sigo os passos de um grande homem. E ao André que nesses quatro anos aprendi muito. Aprendi que temos valorizar as palavras mais singelas. A você devo, do fundo do meu coração, a gratidão e minha eterna fidelidade. Com trabalho, amor e fé vamos juntos até a vitória”, disse em lágrimas mirando a cadeira do Senado Federal.


Foto: Rodson Willyams


Alusão ao 'Caso Bernal' - O governador André Puccinelli também chorou em seu discurso. "O nosso patrão chama povo brasileiro, povo sul-mato-grossense". Ele relembrou quando assumiu o governo deixado pelo PT que, segundo ele, estava com dívidas gigantescas e que agora estão quitadas e falou também sobre saúde.


"A saúde está ruim, mas no tempo deles (PT) haviam quatro hospitais inacabados, e terminei. Comparem como estava antes como está agora. Claro que temos problemas e não são poucos. Mas sei que podemos fazer melhor. Elegeram um rapaz de um partido único. Hoje a mudança é para melhor ou pior. Pesquisas apontam que foi para pior. Eu vou ficar de servidor, sem palpite, mas vou ajudar se for necessário e solicitado. Abri mão de uma candidatura porque fui buscar uma menina que revolucionou Três Lagoas. Não adianta ter governo e senador sem deputados. Os partidos coligados são nossos irmãos. O Nelsinho e a Simone precisam da maioria. Vou fazer um pedido que um pai faz para uma filha. Vamos seguir o caminho certo”, concluiu seu discurso em lágrimas também.


Pré-debate - Por fim, falou o candidato ao Governo do Estado, Nelson Trad Filho, que alfinetou o adversário petista falando sobre o “busão” que Delcídio tanto faz propaganda e também chorou no discurso. “Não vou levar um ônibus como diz o concorrente, mas uma locomotiva onde cada vagão pode levar desenvolvimento e os princípios éticos. Preciso muito de você, Simone, para andar nesse interior. Nelsinho é Simone e Simone é Nelsinho”, concluiu o pré-candidato ao governo de MS. 


Foto: Rodson Willyams

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