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Política

27/06/2015 08:10

Eleições 2016: quatro nomes já figuram pela disputa da Capital

De olho nas eleições de 2016, os principais partidos de Mato Grosso do Sul já se articulam para conquistar a prefeitura da maior cidade do Estado, Campo Grande. Na lista dos postulantes ao chefe de Executivo Municipal figuram nomes como do presidente da Câmara Municipal, Mario Cesar, do PMDB; da  vice-governadora do Estado, Rose Modesto, do PSDB; do deputado federal e ex-governador Zeca do PT; e da deputada federal Tereza Cristina, do PSB, que podem disputar as próximas eleições de 2016.

Mas até que se confirme, os pré-candidatos têm que ter o aval das principais lideranças do partido e passar pelas convenções partidárias, para só então, ter a candidatura aprovada. O atual presidente da Casa de Leis, Mario Cesar, já manifestou o interesse pela prefeitura de Campo Grande. Segundo ele, tudo vai depender do ex-governador André Puccinelli, decidir se o político vai ao não, concorrer a prefeitura de Campo Grande.

A disputa dentro do PMDB é grande, uma vez que a família Trad deve deixar o partido, após ficar isolada dentro PMDB, partido que detém maior influência no meio político.  Na lista de possíveis candidatos está a ex-Trad, deputada estadual Antonieta Amorim, do senador Waldemir Moka, e do deputado federal Carlos Marun.

Outro nome que aparece em ascensão política é o da vice-governadora Rosiane Modesto, do PSDB. Reeleito neste fim semana para comandar o ninho tucano, o presidente regional do partido, secretário de Fazenda Marcio Monteiro, já declarou que se depender dele, Rose poderá disputar a prefeitura de Campo Grande em 2016. Logo que assumiu o governo ao lado de Reinaldo Azambuja, o nome de Rose já era ventilado para disputar a prefeitura da Capital. No entanto, oficialmente, nada está confirmado.

Já entre os petistas, dois nomes aparecem na corrida. Ricardo Ayache, atual presidente da Cassems, que disputou a vaga do Senado Federal ao lado de Simone Tebet, do PMDB, ficou em segundo lugar entre o mais votado nas eleições de 2014. No entanto, Ayache ainda é considerado sem experiência dentro do partido. Um nome forte que teria o apoio amplo de parlamentares da sigla seria do atual deputado federal Zeca do PT. A sua experiência como ex-governador do Estado pode dar a chance de Zeca comandar a prefeitura e dificultar a candidatura de Rose e quem sabe, de Mario Cesar.

Tereza Cristina, do PSB, ex-secretária da Seprotur, braço direito de André Puccinelli e que atualmente é deputada federal seria mais um dos nomes fortes a disputar a prefeitura de Campo Grande. A parlamentar vetou a participar do vereador Carlos Augusto, de ser líder do prefeito Gilmar Olarte, do PP. O medo é que o partido possa desgastar a imagem diante da má fase que Olarte tem passado, perante a opinião pública. O risco é que o partido possa manchar a sua candidatura em 2016. Carlão chegou a declarar na Câmara que vai conversar com o PMDB, para que Tereza Cristina seja candidata a prefeita ao lado de Mario Cesar. No entanto, dificilmente, os caciques peemedebistas poderão aceitar a condição, uma vez, que o objetivo principal é conquistar a prefeitura da Capital.

Por fim, ainda tem o PT do B, que possuiu três nomes que já manifestaram interesse em disputar a prefeitura de Campo Grande. O vereador Flavio Cesar e dos deputados estaduais, Mara Caseiro e Marcio Fernandes se colocaram a disposição. Fernandes declarou que teria o apoio do presidente nacional do partido, a afirmação gerou ciumeira dentro do partido e após duas reuniões, a ordem foi que a conversa desse um tempo para 'esfriar' os ânimos dentro da legenda. Por hora, os postulantes evitam tocar no assunto.

O fato é que o próximo prefeito pode assumir a dura missão de organizar as finanças da prefeitura, considerando que a atual administração passa por de desgaste político e desaprovação pública, devido a grave crise político-administrativa e econômica da prefeitura. Olarte, atual Chefe do Executivo, ainda enfrenta dificuldades já que permanece no Partido Progressista por meio de uma liminar judicial. O prefeito chegou a ser expulso oficialmente pela Nacional, que tem como vice-presidente, o ex-prefeito Alcides Bernal. Com isso, o seu destino político ainda é incerto e a sua eleição - considerando que era vice de Bernal - pode não acontecer em 2016.     

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