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Convenções partidárias começam em junho, PMDB e PT já tem nomes pré definidos

Eleições

16 JAN 2014
Marcelo Villalba
12h52min
Foto: Ilustração

Na corrida eleitoral para 2014 os preparativos começaram em janeiro.  No primeiro dia do ano as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições, foram obrigadas a registrar, no tribunal ao qual compete, fazer o registro das possíveis candidaturas.

O clima de indecisão eleitoral no Estado ainda é visível. Com as férias legislativas alguns candidatos que ocupavam cargos já deixaram para poder concorrer nas urnas uma nova vaga este ano.  No governo os cargos que foram desocupados são dos secretários estaduais de Obras, Edson Giroto, de Habitação, Carlos Marun, de Desenvolvimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, de Articulação com os Municípios, Nelson Trad Filho, da Casa Civil, Simone Tebet, e o presidente da Sanesul, José Carlos Barbosa.

A briga entre o PMDB e PT deve ser boa, se depender dos pré-candidatos ao governo do Estado. Pela cigla do partido dos trabalhadores Delcídio do Amaral vem articulando aliados  e  Nelson Trad Filho pelo Partido do Movimento Democratico Brasileiro (PMDB) vem se posicionado a frente para concorrer nas eleições. 

Em março é o último momento para o Tribunal Superior Eleitoral expedir as instruções relativas às eleições de 2014, ressalvadas eventuais alterações que sejam necessárias para regulamentação do pleito  de acordo com a Lei nº 9.504/97, art. 105.

Já em abril os partidos devem ter a formação das coligações. De acordo com o TSE “ultimo dia para o órgão de direção nacional do partido político publicar, no Diário Oficial da União, as normas para a escolha e substituição de candidatos e para a formação de coligações, na hipótese de omissão do estatuto”.

O mês de junho será decisivo para os partidos, onde toda a parte burocrática deve ser acertada para que os candidatos começarem as propagandas eleitorais em julho.

Em junho esta liberada as convenções partidárias destinadas à deliberação sobre coligações e à escolha de candidaturas. Situação esta que não pode permitir aos  partidos a propaganda em às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por candidato escolhido em convenção.

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