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Política

03/01/2018 15:10

Em ano de votações polêmicas, senadores de MS tiveram média de 96,9% de presença nas sessões

Houve aprovação da reforma trabalhista e alterações no projeto que regulamenta o Uber no país

Os três senadores por Mato Grosso do Sul registraram número alto de presenças, nas sessões deliberativas ordinárias realizadas no Senado em 2017. Pedro Chaves (PSC), Simone Tebet e Waldemir Moka (PMDB), registraram média de presença de 96,99 %, conforme levantamento do Congresso em Foco.

A pesquisa do Congresso em Foco trouxe os seguintes dados, a respeito dos senadores sul-mato-grossenses.

Senadores tiveram média de presença alta em 2017

Conforme a tabela, os parlamentares veteranos, como Simone Tebet e Moka não tiveram nenhuma falta injustificada. Pedro Chaves registrou uma falta sem justificativa.

Ações

A ano foi 'quente' no Senado. Embora não tivessem tido a atribuição de julgar as denúncias contra o presidente Temer, o jogo político foi importante para articular a defesa ou 'condenação' do peemedebista.

Houve ainda o caso do senador Aécio Neves (PSDB/MG), apontado pela Polícia Federal como destino de propina de R$ 2 milhões, pagos pelos donos da JBS. O senso de auto-preservação prevaleceu, e os senadores não autorizaram que o parlamentar mineiro ficasse afastado do mandato, e continuasse com as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal.

Aliás, foi com a ajuda dos três senadores por MS que Aécio Neves continuou 'livre, leve e solto'. Na ocasião, os parlamentares sul-mato-grossenses justificaram os votos, defendendo mais a soberania da Casa de Leis do que a atitude suspeita do senador mineiro.

Polêmica reforma

O trio sul-mato-grossense foi todo a favor da reforma trabalhista, votada em 11 de julho. Na visão deles, o novo código de leis moderniza as relações entre trabalhador e empregado, gerando mais postos de trabalho.

Mobilidade urbana

No dia 31 de outubro, O Senado e suas imediações foram tomadas por milhares de motoristas de aplicativos de mobilidade urbana e apoiadores, bem como taxistas, para a votação do PLC 28/2017, que regulamenta esse tipo de serviço no país.

O texto base previa diversas exigências aos aplicativos, como placas vermelhas e necessidade do carro estar no nome do condutor. Na visão dos motoristas, essas medidas praticamente acabariam com o transporte privado de passageiros e manteria o monopólio dos táxis.

Neste caso, na visão dos motoristas de Uber e demais aplicativos, os senadores Waldemir Moka e Pedro Chaves votaram a favor das empresas. Já Simone Tebet votou a favor dos taxistas.

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