Mato Grosso do Sul terá dois representantes na CPMI que apura golpe contra beneficiários do INSS, no Congresso Nacional: senadora Tereza Cristina (Progressistas) e Beto Pereira (PSDB).
Foi a senadora, inclusive, que comandou a mesa na votação da escolha do presidente e relator da investigação. Havia expectativa de dois nomes governistas, mas a oposição aproveitou ''descuido'' da situação e emplacou os dois cargos. Conforme mostrou o TopMídiaNews, nesta quarta-feira (20), a parlamentar teve que conter a euforia dos bolsonaristas ''vitoriosos''.
Tanto Tereza quanto Beto têm dito que estão empolgados para atuar na apuração dos desvios. Eles dizem que, além do ressarcimento, querem a punição dos envolvidos.
Pereira diz que vai usar a comissão para criar regras para dificultar a possibilidade de descontos nos beneficiários. Cristina observa, no entanto, que é preciso ter isenção para que os trabalhos transcorram sem questionamentos.
Polêmica
O CPMI começou oficialmente nesta quarta-feira. Beto Pereira divulgou que participa de muitas reuniões que irão definir os primeiros passos da Comissão. A investigação já ganha ares políticos – o que é próprio de uma comissão parlamentar – e o assunto principal da oposição tem sido a convocação de Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente de um dos sindicatos que mais promoveram descontos nas vítimas.







