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Política

Falas dos deputados de MS foram 'pelo Estado, liberdade e democracia'

17 abril 2016 - 18h28Por Airton Raes

Pelo Mato Grosso do Sul; pela democracia; pela liberdade; pela família, e por um novo Brasil". Essas frases, separadas, compuseram em uníssona o discurso dos deputados federais de Mato Grosso do Sul durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff.  Dos oito parlamentares, cinco votaram a favor e três contra.

Forte opositor ao governo, o deputado Carlos Marun (PMDB) afirmou que vota pelo impeachment  porque é “constitucional, porque é necessário. Esse País precisa de um novo rumo. Pela minha família. Pelo meu Mato Grosso do Sul. Eu voto sim. Impeachment já”, declarou.

O deputado federal Dagoberto Nogueira PDT votou “não” em homenagem ao fundador do partido Leonel Brizola. “Em Homenagem ao grande brasileiro Leonel Brizola. Pela sua historia. Pela legalidade. Pela Democracia. Pela Liberdade. Voto não”, disse.  

O deputado Elizeu Dionizio (PSDB) votou pelo impeachment e fez menção de quando votou favorável pelo impeachment do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). “Em Minha curta estrada na politica está é a segunda vez que voto contra um gestor que cometeu improbidade. Voto pelo meu Mato Grosso do Sul. Pelo meu Brasil. Voto sim. Tchau querida”,  encerrou.  

O deputado Geraldo Resende (PSDB) votou sim pelo impeachment. “Em respeito ao meu querido povo de Dourados. Pelo Mato Grosso do Sul. Pelo Povo brasileiro. Por minha família. Por um novo Brasil. Voto sim”, disse.

O deputado federal Luís Henrique Mandetta (DEM) também votou favorável, alegando o bem da nação. “Porque temos um Brasil para construir. Por Campo Grande, que é a morena mais linda do Brasil. Pelo meu Brasil. Voto sim”, afirmou.  

A deputada federal Tereza Cristina (PSB) também votou sim. “Pelo meu Mato Grosso do Sul. Por todos que foram às ruas. Pelos agricultores. Pela minha família e por uma nova esperança. Voto sim”, declarou.

O deputado federal Vander Loubet (PT) votou contra o impeachment.  “Impeachment sem crime é golpe. E a presidente Dilma não cometeu crime nenhum. Pela Democracia e pela liberdade voto não”, completou.

O deputado federal Zeca do PT citou Tancredo Neves quando se declarou contrário ao impeachment. “Em 1964, quando esta Casa resolveu tomar o mandato de João Goulart, Tancredo Neves se referiu a esse sparlamenares como ‘Traidores. Canalhas. Canalhas. Canalhas’. Em homenagem a Tancredo. Em defesa a democracia. Em defesa dos povos indígenas, dos quilombolas. Voto não”, afirmou.