O ex-deputado federal Edson Giroto, e atual secretário-executivo substituto do Ministério dos Transportes, foi alvo pela internet da edição de circulação nacional da Revista Isto É, que destacou em uma nota, o 'limpa' que fizeram na Justiça para que o ex-candidato a prefeitura de Campo Grande fosse nomeado pela presidente Dilma Rousseff para assumir a vaga no ministério.
Intitulada, 'Limparam a ficha suja', a revista destacou as articulações feitas sobre os processos que o ex-deputado tinha em Mato Grosso do Sul. O caso segundo a publicação já teria sido motivo de veto pela própria presidente Dilma. "De uma hora para outra, a Justiça aceitou recursos do investigado e retirou da lista de reus. O caminho ficou livre para a nomeação", revelou a revista.
No entanto, a reportagem cometeu um equívoco ao afirmar que o republicano e ex-peemedebista seria do PSDB. A Isto É ainda revelou que apesar de Giroto ter assumido o cargo em 19 de março, o mesmo estaria assinando decisões retroativas a fevereiro. "Como se estivesse na função há mais tempo. Esse tipo de despacho não é usual e causa estranheza entre os funcionários da pasta", encerra a publicação.








