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Política

27/12/2025 18:10

Herculano cobra afastamento de investigados na Apagar das Luzes

Na avaliação do vereador, uma das medidas que poderiam contribuir para a lisura do processo seria o afastamento dos servidores públicos citados na ação

Alegando não ter acesso a documentos oficiais, o vereador Herculano Borges (Republicanos) se mostrou alheio a situação que apura suspeitas de irregularidades em contratos de iluminação pública em Campo Grande, por meio da operação “Apagar das Luzes”, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Ainda assim, ele cobrou o afastamento dos envolvidos na ação delituosa.

Para Herculano, a atuação da Câmara deve seguir o mesmo padrão adotado ao longo da atual legislatura, com foco na fiscalização e na transparência.

“Ainda não tive acesso a informações oficiais da investigação. A Câmara vai acompanhar com muita responsabilidade como já tem feito nessa legislatura”, detalhou.

Na avaliação do vereador, uma das medidas que poderiam contribuir para a lisura do processo seria o afastamento dos servidores públicos citados nas investigações, enquanto as apurações seguem em andamento.

Ele não informou, no entanto, sobre envio de ofícios para ter acesso aos detalhes das descobertas do Ministério Público ou tabela de repasses da prefeitura às empresas investigadas, ou sequer conversa com a prefeita Adriane Lopes (PP) sobre o caso. 

Investigação

A operação ‘Apagar das Luzes’, deflagrada em 19 de dezembro, investiga um esquema de corrupção e superfaturamento de licitações das construtoras JLC Ltda, B&C Ltda e uma terceira empresa ainda não divulgada.

Segundo o MPMS, as empresas, em conjunto, teriam causado um superfaturamento superior a R$ 62 milhões apenas em parte dos contratos analisados. Dois servidores públicos, sendo um da ativa e outro aposentado, também estariam envolvidos no esquema.

As investigações apontam que a organização criminosa era formada por agentes públicos e privados, que direcionavam contratações, superfaturavam serviços e desviavam recursos da Cosip. O Gaeco identificou ainda a existência de um segundo núcleo criminoso, voltado à criação de empresas de fachada, usadas para simular prestação de serviços e facilitar o desvio de dinheiro público.

Durante a operação, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos que devem subsidiar a continuidade das apurações. O procedimento segue em sigilo.

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