Diante das acusações que envolvem o prefeito Gilmar Olarte, do PP, que foi apontado pelo Ministério Público Estadual como o principal articulador no esquema de corrupção passiva, continuidade delitiva e lavagem de dinheiro. O chefe do Executivo enfrenta dificuldades para encontrar nomes para ocupar o primeiro escalão da administração de Campo Grande.
Um dos problemas que Olarte vinha enfrentado, por exemplo, era para encontrar um titular para a Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, de Ciência e Tecnologia e Agronegócio).
A pasta era ocupada pelo atual vereador Edil Albuquerque, do PMDB, que declinou ao cargo para ser líder do prefeito na Câmara Municipal, substituindo o vereador João Rocha, do PSDB, que passava por problemas familiares.
Um dos nomes considerado "de peso", apontado inicialmente como adjunto na pasta, seria o neto do ex-governador Pedro Pedrossian, Pedro Pedrossian Neto, que chegou a ser anunciado por Olarte, mas dias depois, rejeitou a proposta e preferiu seguir em uma gestão mais sólida, integrando a base de Reinaldo Azambuja, no Estado.
Sem titular a frente de uma das principais pastas que cuida do desenvolvimento da cidade, Olarte promoveu um remanejamento de servidores comissionados. Como consta no Diário Oficial do Município desta quinta-feira (12), o prefeito exonerou Natal Baglioni Meira Barros como adjunto e o nomeou como titular da pasta.
Como adjunto, o prefeito trouxe da Comunicação, o ex-superintendente de Comunicação, Edson Godoy, exonerado ontem e nomeado para co-administrar a Sedesc.
Já a Comunicação permanece vazia, já que dois profissionais foram convidados, mas devido a instabilidade a administração municipal, declinaram o convite. Fontes próximas revelaram os dois nomes que foram sondados seriam o de Vitor Barone e Francisco Victório. Enquanto isso, o setor de comunicação da prefeitura permanece sem um titular na pasta.







