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Política

Júnior Mochi deixa presidência da Assembleia Legislativa e vai atuar como consultor jurídico

Prisão de Puccinelli o forçou a disputar o governo e abrir mão do projeto da reeleição

01 fevereiro 2019 - 14h18Por Celso Bejarano

O deputado Júnior Mochi (MDB), que deixou ontem a presidência da AL-MS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) e ficou sem mandato por ter disputado e perdido a eleição para o governo do Estado, disse que a partir de agora vai viver o que chamou de “novo ciclo” de sua vida. 

“Amanhã, a partir das 8h estarei em meu escritório (em Campo Grande) e vou trabalhar com consultoria jurídica”, afirmou o ex-parlamentar, que é advogado.

Mochi negou que há um plano em curso em que ele poderia herdar a vaga de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), corte composta por ex-políticos. Emprego no TCE é o mais cobiçado entre os parlamentares. O cargo é vitalício e o salário supera a casa dos R$ 30 mil.

“Não, já houve esse momento, já passou. Consultoria jurídica é a minha missão daqui em diante”, garantiu o ex-presidente da AL-MS.

Júnior Mochi, que já foi prefeito de Coxim por duas gestões, iria disputar a reeleição, contudo o candidato de seu partido, André Puccinelli, foi preso por corrupção e os dirigentes da sigla o convenceram a entrar na disputa. 

Antes, Mochi, que comando a AL-MS (2015-2018) dizia a parceiros que “nunca tinha passado em sua cabeça” a intenção de concorrer ao governo.