O deputado estadual Pedro Kemp (PT) afirmou na manhã de hoje (3) que a crise financeira que o país enfrenta é passageira e não deve impactar nas eleições municipais de 2016. Ele admite que a recessão econômica desgasta a imagem do partido, mas mantém a defesa aos reajustes tributários promovidos pela presidente Dilma Rousseff (PT).
“Fizemos uma análise da conjuntura durante a crise política. O PT está no governo e por isso está na vitrine fazendo com que toda a insatisfação seja conduzida ao governo. O ajuste fiscal é uma medida impopular, mas isso tudo é de caráter passageiro. A própria presidente disse que depois de seis meses ou um ano o país vai recuperar e o PT vai ter tempo de reverter essa imagem”, avalia.
O diretório regional da sigla realizou uma reunião neste sábado (28) para discutir a reforma política que tramita no Congresso Nacional o cenário político do país e de Mato Grosso do Sul. Entre as bandeiras levantadas pela legenda está o financiamento público de campanha e o fim das coligações proporcionais.
Segundo o senador Delcídio do Amaral (PT), a executiva se responsabilizou em mapear as lideranças dos municípios para o enfrentamento político em 2016. “Vamos começar a analisar os próximos passos daqui pra frente. O diretório vai conduzir esse mapeamento, mas eu vou ajudar no que for necessário”, aponta.
Em Campo Grande, o maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul, são considerados pré-candidatos os deputados estaduais Pedro Kemp e Cabo Almi, o deputado federal e ex-governador Zeca, a ex-primeira-dama do Estado, Gilda Oliveira, e a vereadora Thaís Helena.







