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Política

16/06/2015 14:14

Liderança do prefeito vira ‘bomba-relógio’ e vereadores correm do posto

Enfrentando uma crise financeira e administrativa, o prefeito Gilmar Olarte (PP) está com dificuldades para encontrar um vereador disposto a liderar a base aliada e ser o porta-voz do Executivo na Câmara Municipal.

Com as proximidades das eleições municipais, o prefeito esbarra nos interesses partidários e pessoais dos considerados candidatos ao posto, que precisam estar dispostos a defender a gestão progressista independente da opinião pública.

Entre os cotados, o vereador Carlão (PSB) afirma que negou o convite para não prejudicar o projeto do partido que pode lançar a deputada federal Teresa Cristina para concorrer à prefeitura de Campo Grande.

“Nós temos um projeto. Como vou ser líder de um prefeito que é candidato à reeleição se nós temos candidatos? Vou abandoná-lo daqui a pouco? Se eu ficar cuidando da liderança do prefeito, vou acabar esquecendo o meu partido”, avalia.

Considerado fiel escudeiro do prefeito progressista no início da gestão, Chocolate (PP) também não quer a responsabilidade. “Lá atrás eu recebi o convite, mas eu sou vereador de primeiro mandato, deixo para os colegas mais experientes”, justifica.

Terceira via em destaque, Chiquinho Telles (PSD) sinaliza fidelidade ao prefeito, sendo o único a defendê-lo na ausência do líder interino, vereador Edil Albuquerque (PMDB). Muitas vezes o posicionamento é recebido com vaias e agressões verbais da plateia que acompanha as sessões.

Mesmo assim, o vereador também prefere não se comprometer com a posição. Chiquinho afirma que o momento é inoportuno e Olarte ainda precisa fazer algumas mudanças na administração se pretende conquistar novos aliados.

“Está muito confuso. Ele precisa fazer alguns ajustes ainda, juntar secretarias, enxugar a máquina, realizar a demissão de comissionados. São medidas que precisa tomar, pois estamos em m momento conturbado. Ele tem vontade de resolver, está mostrando isso, mas precisamos ver os dois lados”, aponta.

Enquanto o impasse não é resolvido, Edil Albuquerque continua a frente da base do prefeito mesmo contra a vontade das lideranças do PMDB. Além da indisposição como algumas categorias profissionais, a posição já rendeu embates ‘entre irmãos’, quando o peemedebista precisou orientar os aliados a barrar requerimento da vereadora Carla Stephanini (PMDB).

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