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Lula participa de encontro com militantes e dá conselhos para Delcídio

Política

13 NOV 2013
Aline Oliveira
19h00min
Delcidio do Amaral, Lula e Zeca do PT Foto: Geovanni Gomes

A agenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terminou com um encontro promovido nesta quarta-feira (13), no Ondara buffet, pelo Partido dos Trabalhadores (PT), no qual estiveram reunidas cerca de mil pessoas, entre militantes do partido, lideranças comunitárias e dos movimentos sociais.

 

Lula ressaltou com emotividade seu histórico na política brasileira, a luta para conseguir se eleger e as mudanças que foram realizadas de lá para cá. "Muitas vezes fui criticado por ter pouco estudo e quando perdia uma eleição pensava em desistir. Porém os trabalhadores e os companheiros me deram força para continuar a lutar e conquistar a presidência da república", avaliou.

 

O ex-presidente fez um discurso ideológico para os participantes, mas também reforço seu apoio a candidatura do senador Delcídio do Amaral, ao governo de Mato Grosso do Sul. "Quero dizer a você Delcídio que iremos trabalhar para que você seja o novo governador do Estado. No entanto, quero alertá-lo que será preciso fazer alianças e atrair aliados e na dúvida, sempre consulte seus companheiros de partido", aconselhou.

 

Questionado sobre o cenário da política local e se concorda com a possível aliança do PT com o PSDB, Lula disse não ter nada contra, porém é da opinião que o ideal seria que aqui se repetisse a composição da executiva nacional. "Sou da opinião que deveria acontecer a aliança do PT com o PMDB, assim como acontece em Brasília. Mas cada região tem sua particularidade e vejo com bons olhos uma possível aliança com o PSDB", ponderou o presidente de honra do partido.

 

Conflitos indígenas - Sobre os conflitos indígenas ocorridos em Mato Grosso do Sul, Lula se comprometeu a intervir pessoalmente no caso junto a presidente Dilma Roussef. "Estou muito preocupado com a situação e conversarei pessoalmente com a Dilma, acredito que a situação já saiu do controle do ministério da justiça e da Funai e temos que tomar decisões urgentes para evitar mais tragédias", opinou.

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