Na polêmica da semana, 60,58% dos leitores do TopMídiaNews disseram ser contra a nomeação de Carlos Alberto Decotelli para o Ministério da Educação. De 411 votos na enquete, que ficou no ar durante sete dias, apenas 39,42% concordou com a escolha do presidente Jair Bolsonaro.
Agora, o ministério está sem titular. Decotelli pediu demissão do cargo depois que várias inconsistências em seu currículo vieram à tona. Ele não apenas teria mentido no Lattes, como também foi acusado de plágio na dissertação de mestrado. Ao se defender, disse se tratar de “imperfeições curriculares”.
Segundo o portal Terra, a universidade de Rosário, na Argentina, negou que o professor tivesse concluído doutorado na instituição. Depois, a Universidade de Wuppertal, na Alemanha, fez o mesmo ao contestar o pós-douturado. E, por fim, a Fundação Getúlio Vargas disse que Decotelli nunca foi "professor de qualquer das escolas da Fundação".
Secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, foi convidado para o cargo, mas desistiu após pressões da ala ideológica do governo e militares. "Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação", escreveu Renato Feder em suas redes sociais.
A pasta continua sem titular.







