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Redução de 30% dos comissionados vai gerar economia só a longo prazo

Por agora o impacto vai ser pequeno, conforme prefeito

2 JAN 2017
Airton Raes
19h00min
Foto: Geovanni Gomes

O prefeito de Campo Grande, Marcos Marcello Trad (PSD), afirmou que o impacto da reforma administrativa na gestão do município será de uma economia entre R$ 7 milhões e R$ 8 milhões por mês, porém a longo prazo e não de forma imediata como era esperado. O prefeito publicou as mudanças nesta segunda-feira, 2 de janeiro, no Diário Oficial do Município, e pode implantar a nova estrutura de secretarias nesta terça-feira (3).

Com a aprovação da redução de 30% dos cargos comissionados, Marquinhos afirmou que deve gerar uma economia entre R$ 7 milhões e R$ 8 milhões por mês, mas que só vai surtir efeito daqui uns meses, pois a exoneração dos ocupantes dos cargos extintos terão que receber os direitos trabalhistas. “A economia não será imediata, pois teremos que pagar a rescisão para os comissionados”, afirmou.

Marquinhos Trad lembrou que os vereadores aprovaram a reforma administrativa enviada pelo poder executivo por unanimidade e sem alterações. Marcos Marcello Trad disse que espera a publicação da lei que altera a estrutura administrativa no Diogrande desta segunda-feira, para poder colocar as alterações em prática a partir do dia 3 de janeiro.

Foram reduzidas de treze para onde secretarias, sendo a pastas da Educação, Saúde, Assistência Social, Administração, Governo, Segurança Pública e Defesa Social, Infraestrutura, Cultura e Turismo, Fazenda Orçamento e Finanças, Meio Ambiente e Gestão Urbana.

Também haverá quatro subsecretarias, sendo a da Mulher, Juventude, Direitos Humanos e Defesa do Consumidor. Além disso, a gestão contará com o trabalho de oito autarquias, entre agências, institutos e fundações. Também foi criada a Controladoria-Geral de Fiscalização e Transparência. 

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