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Política

18/04/2017 15:38

Ministério do Trabalho lamenta invasão e diz que ato prejudicou 300 pessoas em Campo Grande

Manifesto queria denunciar suposta manobra para aprovar reformas da previdência e trabalhista

A Superintendência Regional do Trabalho em Campo Grande lamentou a invasão do órgão por sindicalistas, na manhã desta terça-feira (18), em um protesto contra as reformas da previdência e trabalhista. O ato, segundo o MTE, prejudicou o atendimento a 300 pessoas. 

De acordo com nota oficial emitida na tarde de hoje, o órgão esclarece que considera legítimas todas as manifestações sociais, mas destacou que esse direito não pode reverter em prejuízo à população como restrição de acesso ao prédio e serviços públicos. 

Manifesto

A ocupação do prédio da superintendência começou às 7 horas, e foi feito por membros do Comitê Estadual Contra a Reforma da Previdência Social. Eles se reuniram para denunciar uma possível manobra do governo e do Congresso Nacional para aprovara a reforma trabalhista em regime de urgência, em Brasília. 

Segundo a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a base do presidente Michel Temer (PMDB) pretende aprovar a proposta amanhã (19), em caráter de urgência. O projeto prevê flexibilização da jornada de trabalho, parcelamento de férias e a renovação de contratos temporários por tempo indeterminado, entre outras mudanças.

Para os sindicalistas, a reforma vai precarizar o trabalho no Brasil. “O PL não vai gerar empregos, vai flexibilizar direitos e legitimar a precarização do trabalho, garantindo segurança jurídica e mais lucros para as empresas que utilizam formas de contratações ilegais”, diz a CUT.
Confira a nota do MTE na íntegra: 

NOTA OFICIAL

A Superintendência Regional do Trabalho em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, lamenta a invasão de sua sede na manhã desta terça-feira (18). A manifestação, contrária às reformas propostas pelo governo, prejudicou cerca de 300 trabalhadores que tinham horário agendado de atendimento. Um novo dia será marcado para os que não puderam ser atendidos nesta terça-feira. Uma reunião entre servidores do Ministério do Trabalho e os manifestantes foi realizada para que suas reivindicações sejam levadas ao Congresso Nacional, onde as propostas de reforma da Previdência e a modernização da legislação trabalhista estão sendo debatidas. A superintendência considera legítimas todas as manifestações sociais, mas reitera que esse direito não pode se reverter em prejuízo à população, como a restrição de acesso a prédios e serviços públicos.
Campo Grande, 18 de abril de 2017.

 

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