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Política

02/09/2015 14:44

Mochi diz CPI do CIMI pode ser aberta nesta semana na Assembleia

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi, do PMDB, informou que a deputada estadual Mara Caseiro, do PT do B, já conseguiu reunir 10 assinaturas para abrir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar possíveis irregularidades cometidas pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) que atua junto a causa indígena em Mato Grosso do Sul e que é apontado por tumultuar o conflito entre os índios e os produtores rurais.


Segundo Mochi, para que a CPI fosse aberta na Casa de Leis, era necessário colher oito assinaturas. "Pelo que nós já sabemos temos 10 assinaturas que já são suficientes para fazer a abertura da CPI que deve entrar em pauta ainda neste semana na Casa".


Porém, parlamentares petista devem se articular para impedir que a CPI seja aberta na Casa. Os parlamentares alegam que a CPI não tem dois requisitos para que ela seja aberta. Um seria o fato determinado e outro o período de investigação que não foi estipulado. O terceiro seria a quantidade mínima de 8 assinaturas, mas ao todo, são 10.


Conflito

Diante da visita do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que está na Capital com a missão de pacificar o conflito entre os índios e os produtores rurais e conversa com todos os seguimentos com a participação do governador Reinaldo Azambuja,do PSDB, para encontrar uma solução sobre o caso. Mochi disse que determinou que os deputados acompanhasse todas as reuniões para ficassem ciente sobre o assunto a ser discutido.


Mochi ainda revelou que a União não teria feito o depósito que previa a indenização de R$ 80 milhões a aproximadamente 89 áreas que estavam nesta situação de conflito.


"Há três anos um fundo foi criado pela Assembleia para que a união depositasse o valor que foi discutido na época de R$ 80 milhões sobre indenizações. Mas este recurso não veio e o fundo está sem dinheiro até hoje. Este fundo não era exclusivo a fazenda Buriti, mas iria atingir a todos daquela região e novos casos que poderiam surgir como esse", comentou o parlamentar.


Ao finalizar a entrevista durante agenda pública nesta manhã, o presidente ainda falou que as autoridades precisam buscar um equilíbrio para resolver o problema. "O momento é de pacificação e nós precisamos agora, tomar o diálogo".


Investigações - Mochi ainda afirmou que a Casa de Leis está acompanhando todo a movimentação feito pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Polícia Federal sobre os desdobramento da Operação Lama Asfáltica.


"Nós vamos criar uma comissão para apurar todas essas investigações, já mandamos ofícios ao Ministério Público Federal e a Polícia Federal solicitando o fornecimento de documentos.  Assim que chegar, nós vamos analisar o caso e vamos acompanhar", finalizou o peemedebista. 

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