Ministério Público Estadual de MS abriu inquérito civil para apurar e cobrar ausência de programa de segurança para usuários e servidores em unidades de saúde de Campo Grande.
A investida é da 78ª Promotoria de Justiça de Campo Grande. O MP ponderou que houve medidas pontuais da Secretaria Municipal de Saúde para gerar mais segurança nesses locais, como redirecionamento de viaturas da Guarda Civil Metropolitana e estudos para ampliação de câmeras de vigilância, mas entende que ‘’falta um plano estruturado, contínuo e eficaz’’.
No entender da Promotoria ‘’a ausência de medidas estruturantes voltadas à proteção de usuários, servidores e do patrimônio público nas unidades de saúde configura omissão administrativa, em afronta ao dever constitucional do Município de assegurar serviços públicos adequados, seguros e com dignidade aos cidadãos’’.
Na divulgação do procedimento, o MPE-MS informou que a Sesau reportou que há elaboração de projeto de monitoramento inteligente de unidades de saúde pública, em fase de levantamento de requisitos e elaboração de estudo técnico preliminar. Esse processo, diz a secretaria, tem sido construído em conjunto com as pastas da Saúde, Segurança Pública e Agetec.
Em razão da necessidade de acompanhamento das próximas etapas desse projeto municipal é que o MP abriu inquérito civil.
Quebradeira
Nesta terça-feira (22), o TopMídiaNews reportou o caso de um homem – aparentemente em surto – que destruiu vidros de portas e janelas da USF São Francisco, no Nova Lima. Pacientes e servidores se assustaram com o ataque. A Guarda Civil Metropolitana foi acionada, segundo o Nova Lima News.







