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Política

11/03/2015 08:50

Na CAE, senador de MS estuda um ‘pacto’ pelo crescimento do país

Economia

Indicado para a presidência da CAE (Comissão de Asssuntos Econômicos) do Senado, o senador Delcídio do Amaral (PT) estuda a criação de um “pacto” econômico para enfrentar a crise financeira no País. Na comissão, ele pretende ainda retomar as discussões sobre a reforma tributária e a renegociação das dívidas do Estado.

“Estamos sem política e sem política não resolvemos os problemas econômicos que afligem o país. Eu me arrisco a dizer que precisamos de um pacto pelo país, pois estamos passando por dificuldades que não dependem apenas de nós. Em Mato Grosso do Sul, negociamos commodities (mercadorias primárias) e elas estão caindo em todo o mundo”, apontou, em entrevista nesta semana.

Segundo o senador, a única forma de superar a crise é através do diálogo com a oposição, com os empresários e com a população, além do fortalecimentos das instituições que "carregam" a economia do país, como a Petrobrás. Ele recorda, por exemplo, que 450 mil pessoas são empregadas pelas empreiteiras subcontratadas pela estatal.

“O quadro que estamos vivendo é muito difícil, vamos ter um ano duro. Temos que ter o equilíbrio e a capacidade de dialogar com a sociedade, dialogar com a classe política, senão seremos inviabilizados para superar a crise econômica e voltar a crescer”, reforça.

Pela segunda vez na presidência da CAE, Delcídio deve retomar pautas como a reforma tributária e a convalidação dos incentivos fiscais dos estados. Também planeja tomar a responsabilidade sobre as discussões com o setor de energia elétrica e equacionamento da distribuição fiscal.

“Vou batalhar pela convalidação dos incentivos que foram dados pelos estados sem passar pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), aprovados apenas por suas assembleias legislativas, e renegociar a dívida dos Estados que vai beneficiar muito Mato Grosso do Sul. Quando começou a dívida devíamos R$ 2 bilhões, já pagamento R$ 5 bilhões e ainda devemos R$ 7 bilhões”, afirma.

Em sua primeira passagem pelo CAE, o petista comandou a votação sobre a instituição do Funpresp (Fundo Complementar de Previdência dos Servidores Públicos) e a criação do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Neste período, foram realizadas 56 audiências públicas, 1.356 reuniões e analisadas 515 matérias, entre projetos, requerimentos e sabatinas.

Também atuou para acabar com a guerra dos portos que tirava a competitividade das indústrias do Brasil e é o autor do projeto que redistribui o ICMS (Imposto sobre o Circulação de Mercadorias e Serviços) do comércio realizado pela internet. A estimativa é que a mudança resulte em R$ 740 milhões de arrecadação para Mato Grosso do Sul até 2018. 

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