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Política

29/11/2014 09:15

Oito meses após assumir, Olarte descumpre promessas e abre crise

Sem palavra

Em entrevista coletiva concedida no dia 27 de junho, quando completou 100 dias de governo, o prefeito Gilmar Olarte (PP) afirmou que faria "quatro anos em dois", tendo a missão de resolver problemas que foram deixados pelo ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, do mesmo partido, cassado em março deste ano. Alegando que não repetiria os erros do seu antecessor, Olarte firmou na época alguns compromissos, que até o momento não foram cumpridos.


O maior deles seria conseguir recursos do governo federal que foram captados, porém, até o momento as obras estão paralisadas ou não começaram. Deste recurso estão R$ 311 milhões em pavimentação asfáltica de 400 quilômetros de ruas. E R$ 180 milhões para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana para a Capital, que incluiu a implantação do corredor do ônibus, recapeamento das avenidas Bandeirantes e Brilhante e ampliação de terminais, obras que não saem mais do papel deste ano.


Em outubro, o prefeito pediu aos vereadores que votassem o pedido de suplementação de R$ 41.986.080,65, alegando que a prefeitura não conseguiu garantir a contrapartida e com isso as obras de revitalização do Bálsamo, obra considerada complexa pela engenharia, Segredo e Taquaral. Além dos projetos do PAC Mobilidade estariam paralisados. Segundo Olarte, esses projetos só devem começar em janeiro.


Ao longo desses sete meses de governo, o prefeito também firmou outro compromissos que até o momento não foram concluídos. Entre eles, está o programa de videomonitoramento que deveria ser implantado pela prefeitura. O recurso oriundo do governo federal de R$ 890 mil deve ser utilizado até dezembro deste ano. Caso contrário, o recurso pode voltar para as contas do Ministério da Justiça. Há ainda processo judicial que tramita na 4ª Vara de Fazenda Pública e Registros Públicos.


Há também o Centro Municipal de Belas Artes orçado em R$ 36,1 milhões, que segundo o cronograma da prefeitura, está previsto para conclusão em 2015. Já foram gastos em torno de R$ 8 milhões e a obra permanece paralisada. Recentemente artistas cobraram Olarte para que as obras do Centro de Belas Artes e de revitalização do Teatro do Paço sejam realizados ainda neste ano como está previsto no Plano Municipal de Cultura.


Na mesma linha está a revitalização da antiga rodoviária onde após audiência pública realizada pelos vereadores, o prefeito se comprometeu iniciar a reforma no local até setembro passado, porém, nem o projeto e nem as obras saíram do papel. O custo do projeto está avaliado em R$ 10 milhões.  

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