Durante evento nesta manhã de quinta-feira (30), o prefeito Gilmar Olarte comentou a respeito do reajuste dos professores e disse que já tem o aporte para o pagamento do reajuste, mas que ele não será lançado na folha a ser paga no dia 1 de novembro.
Segundo o prefeito, uma parte dos recursos virá de aporte referente à outorga da empresa Águas Guariroba, mas que conversou com o presidente do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Geraldo Gonçalves que, segundo Olarte, solicitou que a proposta e as datas sejam entregues por escrito para que ele possa dialogar com a categoria.
Segundo a vereadora Luiza Ribeiro (PPS), que na terça-feira (21) entrou com representação na 30ª Promotoria do Ministério Público Estadual (MPE) de indícios de irregularidades que envolvem o processo de arrendamento do Hospital Sírio-Libanês, disse que o prefeito terá que cumprir a Lei, ou poderá sofrer um processo administrativo. “Se a Lei não for cumprida, ele poderá ser afastado de suas funções”, disse a vereadora.
“O descumprimento da lei poderia ter sido evitado se o prefeito tivesse seguido orientações e demitido pelo menos 700 comissionados, muitos dos quais funcionários fantasmas, e reduzido em até R$ 6 milhões a folha de pagamento que já chega a R$ 12 milhões. Com essa economia seria possível pagar os R$ 3,4 milhões que representam o reajuste de 8,46% e ainda haveria sobras”, finalizou Luiza Ribeiro.







