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Política

13/08/2015 18:31

Olarte reafirma perseguição política e garante: "quem não deve, não teme"

Após a abertura da Comissão Processante para investigar irregularidades cometidas na gestão do atual prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), a administração convocou uma coletiva de imprensa no fim desta tarde, no Paço Municipal, para apresentar sua defesa.  Estiveram presentes o secretário de Governo e de Relações Institucionais de Campo Grande, Paulo Matos e o secretário de Planejamento e Finanças, André Scaff, além do próprio Olarte.

O prefeito declarou não ser contra a comissão processante, dizendo ter dado liberdade à base aliada para a votação ocorrida hoje pela manhã, mas não acredita em um possível afastamento da prefeitura, que considera não ter fundamentação jurídica para ocorrer. “Quem não deve não teme. Estamos tranquilos quanto a isso, tenho certeza da minha inocência”, disse.

Foto: Deivid Correia

 Foto: Deivid Correia

Quanto à decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) de aceitar a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), tornando-o réu em esquema estelionatário, o prefeito disse estar tentando ver pelo lado bom. “O TJ fez seu papel, agora vamos ter oportunidade de ouvir testemunhas que não foram ouvidas ainda, usar mais áudios que por algum motivo não foram inseridos no processo e assim provar a minha inocência e que há fundo político nessa investigação”. O advogado de Olarte, Jail Azambuja, afirmou que vai recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Perguntado sobre sua relação com as pessoas que tiveram telefonemas interceptados pela investigação do MPE, Olarte desconversou e disse que “isso é uma questão de segundo plano”.

Prefeito voltou a afirmar que toda essa movimentação é política e que a oposição tem criado dificuldades desde que assumiu a administração municipal. “Não tivemos tranquilidade em nenhum momento, em um ano e seis meses. Existe uma artilharia pesada contra nós”, declarou.

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