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Política

18/08/2015 11:48

Pedofilia, processante travada e confusão: mais um dia tenso na Câmara

A sessão relâmpago da Câmara Municipal de Campo Grande foi marcada, nesta terça-feira (18), por novas confusões, supostas agressões e desentendimento de aliados. O embate que marcou a sessão ordinária foi entre o líder comunitário Elvis Rangel e o vereador Paulo Pedra, do PDT.

O caso aconteceu quando o líder comunitário, figura constante na Casa de Leis, estava acompanhado de outras pessoas que vaiavam os vereadores da oposição. Testemunhas disseram à reportagem que Elvis teria chamado de Pedra de pedófilo. O parlamentar não teria gostado da acusação e teria partido para cima do líder.

Com isso a confusão foi iniciada e a Guarda Municipal fez a escolta próximo a Tribuna, onde o vereador foi comentar o caso. "Não pode admitir certas coisas acontecem com a oposição. Me chamaram de pedófilo, mas quero dizer que vou continuar na trincheira da oposição, não podemos ser chantageados", falou indignado sob o coro de 'cassado'.

Elvis deu outra versão, afirmando que o vereador teria se aproximado e pego no colarinho da camisa, durante a confusão. "Eu vou solicitar as imagens de dentro do plenário, vou entrar com um ofício de quebra de decoro por parte do vereador por agressão. Ele não pode fazer isso. Tanto elem quanto o Alceu Bueno, Robson Martins fazer parte daquele esquema de pedofilia. Eu sou pai de família e merece respeito".

Ao ser questionado se o vereador iria tomar alguma medida contra o líder comunitário, Pedra disse que não. "Estou tranquilo em relação a isso. Nós sabemos que essas pessoas são mandadas pela primeira-dama Andreia Olarte, justamente para tumultuar e criar confusão. Esse é o papel dessas pessoas aqui", declarou.

Processante

Outro caso que chamou a atenção foi com relação ao pedido de afastamento do prefeito Gilmar Olarte, do PP. A vereadora Luiza Ribeiro, do PPS, cobrou uma resposta da Mesa Diretora da Câmara. "Acho que a Mesa Diretora precisa dar uma resposta sobre esse assunto", cobrou.

Em resposta, a vereadora Thais Helena, do PT, aliada de Luiza na Câmara, afirmou que a Procuradoria-Geral da Casa de Leis tem um prazo de cinco dias para analisar o pedido de afastamento junto com as recomendações do Tribunal de Justiça e do Ministério Público Estadual.

Devido a insistência da parlamentar em pedir uma explicação da Mesa, Thais foi enfática e disse que a Procuradoria pediu prazo para analisar o pedido e emitir um parecer jurídico sobre algo novo, que jamais havia acontecido na Câmara. "Esse parecer vai ficar pronto na próxima semana e só então será discutido, sem mais esse assunto está encerrado". Com a negativa, Luiza ficou calada.    

Por fim, o vereador Marcos Alex, do PT, disse que deve entregar um novo pedido ao Tribunal de Justiça do Estado para que a Câmara Municipal cumpra a determinação do artigo 23, da Lei Orgânica do Município, de forma imediata. "Não é possível que a Câmara Municipal não cumpra essa determinação. Vamos entrar com esse pedido para que a Justiça obrigue a Câmara a cumprir imediatamente o que diz o artigo".

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