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Política

22/08/2025 09:16

PF e STF 'vazam' telefone e advogado de Trump recebe ameaças

Número de telefone aparece em relatório da polícia sem tarja

Advogado que atua para a Trump Media e a Rumble nos Estados Unidos, Martin De Luca recebeu ameaças no celular após o seu número vazar no inquérito da Polícia Federal que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro por coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. 

O relatório produzido pela corporação foi disponibilizado pelo STF de modo a atender ao interesse público. Nele, o número de Martin De Luca com prefixo de Nova York aparece sem tarja, assim como o de outras pessoas citadas na investigação, como o próprio Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. 

''Tão logo o relatório foi tornado público, Martin De Luca recebeu dezenas de ameaças, contra ele e a família dele, no celular. Acreditamos que possa ter sido uma ação premeditada e coordenada, porque as ameaças foram enviadas com grande velocidade até mesmo para o e-mail dele, que sempre foi público'', disse à coluna uma pessoa próxima ao advogado.

A pedido de autoridades do governo Donald Trump, Martin De Luca evitou se manifestar publicamente sobre o assunto. Um levantamento está sendo feito para checar se a divulgação do telefone fere, de alguma forma, a legislação brasileira.

Em contato com a coluna, um integrante da cúpula da Polícia Federal sustentou que a investigação precisa conter todos os dados relevantes para fins de produção probatória. E que a atividade da PF é pautada pelo sigilo, premissa que orienta os trabalhos da corporação.

No inquérito, aberto por determinação do ministro Alexandre de Moraes, a Polícia Federal identificou trocas de mensagens entre Bolsonaro e Martin De Luca. Em fevereiro deste ano, o advogado moveu ações contra Moraes nos Estados Unidos acusando o magistrado de censura e violação de tratados internacionais

PF aponta ataques a Moraes e STF

Ao concluir a investigação, a Polícia Federal escreveu que Bolsonaro e De Luca “convergiram na propagação de ações mútuas, quais sejam: amplificar ataques direcionados ao Supremo Tribunal Federal (STF), na pessoa do ministro Alexandre de Moraes, de forma a atingir a jurisdição brasileira, atribuindo descrédito ao Poder Judiciário nacional”.

A corporação indiciou Jair Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito por meio da restrição ao exercício dos poderes constitucionais. A Procuradoria-Geral da República se manifestará sobre o caso. 

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