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Política

23/04/2014 13:59

PMDB trabalha nos bastidores para evitar aliança PT/PSDB

Estratégia

Nas falas do ex-secretário de Estado de Habitação e das Cidades e atual deputado estadual Carlos Marun  (PMDB) durante a sessão da Assembleia Legislativa e do ex-prefeito, ex-secretário e pré-candidato ao governo do Estado, Nelson Trad Filho, ficou clara a intenção de jogar o jogo político que buscará impedir a aliança entre PT e PSDB no Estado.

Se por um lado Marun salienta os aspectos negativos petistas, imputando ao partido o histórico de ser bom quando as promessas são feitas de palanque, melhores quando fazem o lançamento de obras, mas incapazes de dar término aos projetos, tentando dessa forma indispor uma aliança, por outro, o pré-candidato Nelson Trad Filho reforça a ideia de se pensar em uma terceira via para as eleições de outubro, lançando indiretamente a candidatura de Reinaldo Azambuja ao governo do Estado.

Numa clara intenção de forçar a manutenção da ferrenha oposição entre os partidos que se desenha em nível federal, aqui no estado, e dessa forma dividir votos, o que só beneficiaria o candidato peemedebista que sequer conta com o apoio integral de seu partido, Nelsinho foi categórico enquanto escapava de mencionar os partidos que já foram aliados e hoje tendem a apoiar a aliança de sues opositores: "Uma coisa importante a ser avaliada é ver se tem outra via, uma terceira via em que o PSDB tenha um candidato ao governo, pois parece que há uma séria questão a ser resolvida em âmbito nacional".

Alianças peemedebistas

Durante conversa com a imprensa, Nelsinho disse que vem entabulando conversas com os líderes partidários dia após dia, mas não existem acordos "fechados" tanto do seu lado quanto dos adversários, e que por enquanto existem tendências, predileções para que determinados partidos componham com um ou outro lado.

Vice e suplência

É lógico que todos os partidos buscam espaço, tanto na questão da chapa majoritária, quanto em questão da melhor localização em alianças proporcionais. E isso está sendo visto como um todo, não isoladamente.

Questionado sobre os cargos de vice e suplente, apenas reforçou a posição de buscar estes nomes em outras regiões. "É lógico que todos os partidos buscam espaço, tanto na questão da chapa majoritária, quanto em questão da melhor localização em alianças proporcionais. E isso está sendo visto como um todo, não isoladamente. Não existe preferência. Siglas que consigam unir questões da representatividade de uma região com maior densidade política eleitoral terão a preferência. Por exemplo, para não somar forças em um local onde você já tenha representatividade. No caso da gente de Campo Grande dificilmente teria um vice da Capital", disse Nelsinho. Isso deixa claro que o vice e suplente não devem sair, também de Três Lagoas e região, que estaria contemplada com a candidatura de Simone Tebet.

 Momento

O candidato disse que as denúncias contra o senador e pré-candidato ao governo, Delcídio do Amaral (PT) representam um momento difícil para o adversário, mas não é uma situação definitiva, portanto esta fragilidade deve ser aproveitada em benefício do PMDB.

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