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Política

11/06/2023 15:00

Na linha do 'Deus me livre mas quem me dera', Pollon cogita comandar Campo Grande (vídeo)

Deputado federal diz que 'se houver chamado', não vai fugir da raia em eleição

O deputado federal, Marcos Pollon, do PL, refletiu sobre a possibilidade de concorrer à Prefeitura de Campo Grande, no ano que vem. Ele diz que, havendo conjuntura, pode ser prefeito aos moldes do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Pollon foi o entrevistado especial do Papo Reto, edição da segunda-feira (5), sob o crivo dos jornalistas Vinícius Squinelo e Diana Christie. 

A pergunta ao parlamentar mais votado do MS se deu quando ele foi questionado se comandaria o PL (partido de Bolsonaro) no Estado. Ele respondeu que as conversas estão avançadas e que pode sim assumir a legenda em terras guaicurus. 

Pollon fez diversas reflexões sobre atuação política, uma delas é que pretende construir um grupo político coeso, de direita e com propostas bem definidas. 

''Não tenho fetiche por cargos. Meu objetivo principal é fortalecer a direita e viabilizar candidatura de Bolsonaro em 2026'', garantiu o peelista. 

Prefeitura

Sobre a prefeitura, Pollon diz que vai impor no partido a máxima que ''ninguém será candidato de si mesmo'', ou seja, o grupo e a conjuntura da ocasião é que devem nortear a escolha de um candidato na legenda. 

''Se for necessário, como missão, para a construção de algo maior eu vou, mas não tenho pretensão para cargo. Se houve conjuntura, vou, mas hoje não sou candidato, não há conjuntura'', ponderou Pollon. 

O deputado bolsonarista ressaltou a existência de outras forças que influenciam na disputa pelo Paço e elogiou uma delas, a senadora Tereza Cristina, chefe do Progressistas. 

Gestão 

Apesar de impor diversas condições para sair à prefeitura, Marcos Pollon comentou até sobre o orçamento da cidade e sobre como seria uma futura gestão. 

''Secretariado técnico, igual ao ex-presidente Bolsonaro fez. Isso dificulta um pouco, porque a campanha é feita por composições políticas'', ponderou o provável chefe do PL-MS. 

Marcos Pollon cogitou até como deve ser seu viés de atuação à frente da prefeitura e falou em gestão financeira austera. 

''Numa cidade que tem gente passando fome, não dá pra fazer política com ações desnecessárias'', refletiu novamente. 

Assista à integra da entrevista no link abaixo. 

 

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