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Política

Por ‘boatos’, defesa pede habeas corpus preventivo para João Amorim

26 setembro 2015 - 08h03Por Vinícius Squinelo

O advogado Benedito de Figueiredo, que representa – entre outros – João Amorim e Elza Cristina, solicitou ao desembargador Luiz Cláudio Bonassini da Silva que indefira pedido de prisão que possa ter sido impetrado contra seu cliente. A ação de habeas corpus preventivo ocorre após ‘boatos de que (a prisão) teria sido requerida pelos membros do Gaeco’ (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).


A defesa alega que João Amorim, juntamente com Elza e outros investigados, foi alvo de busca e apreensão no dia 25 de agosto, sendo já ouvido na data. E que, ainda, voltou ao Gaeco para prestar novos esclarecimentos. Assim, na visão do documento timbrado da Figueiredo Neto Advocacia, Amorim está colaborando com as investigações.


No Pedido PIC 18/2015, é solicitado que Bonassini indefira qualquer pedido de prisão feito ou que possa ser feito tendo como alvo João Amorim. O advogado alega que ‘estão ausentes os requisitos de tal medida extrema’.


Ainda conforme o documento, a ação foi impetrada após boatos de que o Gaeco teria pedido a prisão de João Amorim, informação não confirmada.


Depoimento
João Alberto Krampe Amorim dos Santos, o megaempresário pivô de um dos maiores escândalos políticos da história de Mato Grosso do Sul, confessou que ‘torceu’ e tinha ‘interesse’ na saída de Alcides Bernal, do PP, do cargo de prefeito de Campo Grande. Ele, porém, nega qualquer envolvimento na cassação feita em março de 2014.


As informações constam em depoimento dado ao Gaeco (Grupo de Atuação e Repressão ao Crime Organizado) no dia 25 de agosto, conforme documento obtido pelo Top Mídia News.