Durante evento realizado no Conselho Regional de Economia (Corecon), o prefeito Gilmar Olarte (PP) rebateu as declarações feita pelo advogado do PT do B, Walter Custódio relacionada ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), que teria afirmado que as investigações estariam supostamente ligadas a um possível golpe no quadro político de Campo Grande.
Para o prefeito não existe nada relacionado sobre a investigação do Gaeco, no entanto, justificou dizendo que essa afirmação não condiz porque na época ele era vice e do mesmo partido do ex-prefeito Alcides Bernal. A Câmara Municipal teria cumprido o seu papel de fiscalizar e chegou ao seu extremo com o impeachment de Bernal. "Temos que ver que a Câmara foi cobrada duramente para que cumprisse o seu papel desde lá trás", comenta.
No entanto, a população é que tem que avaliar e fazer um comparativo de como estava e como está a gestão neste momento avalia Olarte. "O vice constitucionalmente assume a cidade. Inclusive tem que dar respostas para a cidade porque o povo já estava ha um ano e pouco sofrendo e precisava de uma solução".
De acordo com o chefe do Executivo, Campo Grande precisa mudar o foco da visão e trabalhar em cima de coisas construtivas baseadas em ideias pró-ativas, com um olhar para frente e mandou um recado, "a quem interessa ficar só mexendo em coisas do passado não vai chegar a lugar nenhum", declarou.
Sobre a investigação o prefeito voltou a reafirmar que está tranquilo. "Estou cumprindo a minha missão e a minha obrigação como vice de assumi a prefeitura e tocando a cidade. Já em relação aos problemas jurídicos, eu não me preocupo com esses detalhes. Isso são picuinhas que atrapalham a cidade", finalizou.
Investigação
O Gaeco ouviu na última quarta-feira (23), os vereadores Otávio Trad, Eduardo Romero e Flávio César, os três do partido do PT do B, na sede do Ministério Público Estadual (MPE).
O prefeito Gilmar Olarte e o secretário de Governo de Campo Grande, Rodrigo Pimentel também foram notificados, mas até o momento não há informações quando deverão prestar depoimentos.
Todos os envolvidos foram notificados como testemunhas em um inquérito policial aberto pelo Ministério Publico Estadual que corre sob segredo de Justiça.







