Redução do expediente municipal para seis horas diárias, anunciada nesta sexta-feira (31), gerou reações em Campo Grande. A medida começa a valer em 1º de novembro, mas é alvo de críticas pela ineficácia. Adriane Lopes também determinou corte de 20% no próprio salário.
Um dos críticos é o vereador Landmark Rios (PT). Ele lamentou que outras medidas tomada pela gestão Adriane Lopes (PP) e que não tiveram efeito.
"Ela fez uma reforma administrativa no início desta gestão. E hoje a folha está chegando a 54% quase no limite prudencial. A reforma não deu certo’’, lamentou Landmark.
Em outro trecho da crítica, o petista se disse descrente e pede medidas mais fortes.
''Defendo uma auditoria na folha do município", disparou Rios. O colega dele, vereador Jean Ferreira disse que iria analisar o decreto da prefeita. No entanto, de antemão, questionou se a redução da jornada é para o bem dos trabalhadores ou somente para cortar gastos.
Cortes
A redução salarial também atinge o primeiro escalão. A medida integra mais uma etapa da reforma administrativa, em curso desde janeiro deste ano, visando o reequilíbrio financeiro e a recuperação da capacidade de investimento do município.
Lopes ressaltou que as medidas austeras são fundamentais para a maior eficiência da máquina pública em benefício de toda a população. Também justificou a medida por força de limites legais para preservar empregos, manter salários em dia, assegurar a prestação dos serviços públicos e viabilizar investimentos nas áreas prioritárias.







