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Política

15/05/2014 18:00

Presidente da Câmara diz que 'suspensão da cassação é reversível'

Reviravolta

Sentado novamente em sua cadeira de prefeito, dentro do gabinete no Paço Municipal, Alcides Bernal (PP) conversa com jornalistas sobre a entrega da ordem judicial que lhe garante o direito de voltar ao cargo de prefeito de Campo Grande, após a Justiça suspender sua cassação. A imprensa foi impedida de participar e foi convidada a se retirar do gabinete.


Bernal discursou em alguns minutos, agradecendo a população que votou e confiou nele, em seus advogados e nos vereadores que entraram com a ação de suspensão. Além de não poupar críticas ao vice, Gilmar Olarte.


“Em 60 dias que ele esteve no governo mais de 1.400 pessoas foram nomeadas. Isso é um desrespeito ao erário público. Vimos manifestações, greves, algo lamentável. Vamos fazer auditoria de tudo. Todos os contratos serão auditados, podem ter certeza disso , afirmou Bernal.


A nova decisão que dá o direito de Bernal voltar ao cargo ainda cabe recurso. Gilmar Olarte  voltaria ao cargo de vice. Uma coletiva será marcada para amanhã (16).


O lado da Câmara

O vereador Mário César informou que a procuradoria jurídica da Câmara Municipal está formulando recurso para entrar na 2ª instância ainda hoje. A expectativa, segundo o presidente da Câmara, é que a decisão saia nesta noite.


Mario Cesar acredita que é possível reverter essa decisão judicial. “O jurídico nosso está trabalhando nesse sentido e vamos ver como vai ser feito isso”, disse, revelando que o procurador jurídico da Câmara, Fernando Pinéis, vai aguardar a publicação para ingressar com agravo de instrumento no Tribunal de Justiça.


Advogado de Bernal

“É uma decisão liminar, então, a qualquer momento é possível que ela seja anulada”, declarou. “O mérito ainda vai ser julgado pelo TJ (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) e a Câmara pode entrar com recurso para dar efeito suspensivo”, emendou.


O advogado representou os vereadores aliados de Bernal, Luiza Ribeiro (PPS), Paulo Pedra (PDT) e os petistas Thais Helena, Zeca e Airton. “Entramos com ação popular, reunindo todos os fatos que não havia motivo para a cassação”, disse Luiza, que foi à prefeitura comemorar, ao lado de Bernal, a volta.

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