Trabalhadores da Educação cobram promessas de campanha e Reinaldo Azambuja (PSDB) tem até o dia 15 de maio para definir reajuste. A classe exige o pagamento dos 10,98% - porcentagem que falta para completar o reajuste de 25,42% - e promete “endurecer” a pressão, caso haja uma negativa por parte do governador.
De acordo com nota divulgada pela Fetms (Federação de Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), a categoria exige também o pagamento de 1/3 da hora-atividade. Todas as reivindicações estão asseguradas pela lei 4.464/2013 e pela lei complementar 165/2012.
Na sexta-feira (24), representantes da Fetems se reuniram com uma comissão que representa o governador para iniciar as tratativas sobre o reajuste e Azambuja já deu indícios de que as negociações não serão fáceis para os trabalhadores.
De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli, em nota divulgada no site da instituição, a categoria exige o cumprimento do acordo firmado no inicio do ano. “Historicamente só avançamos mobilizados e unidos, a FETEMS está mais do que acostumada a ir para a luta pelos direitos dos trabalhadores em educação, obviamente que gostaríamos de resolver as questões no dialogo, mas a categoria cansa de esperar e temos que dar respostas concretas, por isso lançamos a campanha ‘Dia 15 de maio é o limite”, disse.
Azambuja tem sido pressionado por várias categorias que exigem do governador as promessas feitas durante a campanha eleitoral. Além de professores, a Polícia Militar e Enfermeiros tiveram negociações afetadas e até a Lei Federal da Transparência ainda não foi efetivada. Além disto, o governador recuou na decisão de reduzir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para os combustíveis. (Leia aqui)







