O presidente do PSB, Roberto Amaral, que foi contra o desligamento do partido da base do PT e a candidatura própria, convocou para quarta-feira, 20, uma reunião da executiva nacional do partido para decidir se a legenda terá candidato a presidente da República e quem será o substituto de Eduardo Campos, morto em acidente aéreo, em Santos, nessa quarta-feira. O nome mais forte é o da ex-ministra Marina Silva.
"A tendência é o partido ter candidato", disse Amaral, que informou ainda que a haverá uma missa, em Brasília, em homenagem a Eduardo Campos e às outras seis vítimas do acidente.
O grupo majoritário do PSB defende a confirmação de Marina como nome do partido ao Palácio do Planalto. Alguns dirigentes e líderes da legenda, no entanto, querem garantias de que a candidata não ataque as alianças políticas estaduais costuradas por Eduardo Campos.
Marina se mantém reclusa em sua casa em São Paulo e tem se esquivado de falar sobre a sucessão presidencial. A interlocutores, diz estar de luto e que não vai tratar de questões eleitorais nos próximos dias.







