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Política

01/07/2015 14:23

Petistas reagem a críticas e defendem ação conjunta para resolver conflitos no campo

Apontados como principais interessados no acirramento dos conflitos no campo, os parlamentares petistas rebatem as acusações e defendem uma ação conjunta para promover a paz entre índios e produtores rurais.

Representando o partido da presidente Dilma Rousseff (PT), a bancada estadual admite a inércia da União, mas convoca a participação de todas as esferas do poder público para a mediação de um acordo.

“Em minha opinião, é um tema de grande relevância não só para Mato Grosso do Sul, mas para todo país. Não adianta pegar carona, não é tirar proveito político, é tentar resolver o problema. A Assembleia Legislativa ficou quatro anos se debruçando sobre isso, mas o problema não foi resolvido. No jurídico não resolveu, a força não resolveu, é a hora de a política solucionar”, afirma Cabo Almi (PT).

No início da semana, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o secretário estadual de governo, Eduardo Riedel, teceram diversas críticas a visita do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que visitou diversas fazendas ocupadas sem comunicar o Executivo estadual. Na avaliação de Cabo Almi, as acusações refletem o momento econômico que o país vive.

“Não adianta sair na frente dizendo que é o pai, tem que ser um esforço coletivo para encaminhar um resultado. Acontece que nós do PT, estamos sendo o patinho feio do momento, mas isso não vai permanecer. Como tudo na vida, passamos o mensalão e vamos continuar com nossas políticas públicas, nosso trabalha social e nosso trabalho na distribuição de renda”, justifica.

O deputado João Grandão (PT) destacou que a presença de Pimenta faz parte da agenda institucional do parlamentar. Sobre as reclamações dos produtores rurais, que afirmam não terem sido ouvidos durante a passagem do petista no Estado, ele pondera a vulnerabilidade social que a população indígena vive.

“Sobre a situação indígena, quem tem posição em relação a causa é o Governo Federal. O deputado deve ter realizado uma missão independente, mas solicitamos audiência e convidamos o governador para discutir a causa indígena. O conflito não pode ser tratado como contra e a favor, mas temos que reconhecer que a situação do índio é especial, eles são mais frágeis”, conclui.

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