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Política

21/10/2014 10:15

Reajuste do IPTU 2014 deverá ser de 13,67%

IPTU 2015

A definição sobre o reajuste do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) do ano de 2015 pode sair na sessão de hoje (21) na Câmara dos vereadores da Capital. Ontem (20) foi realizada uma reunião no gabinete do prefeito Olarte (PP), na presença de técnicos da Prefeitura e alguns vereadores, entre eles Carla Stephanini (PMDB), Airton Saraiva (DEM), Coringa (PSD), Graziele Machado (PR) e Eduardo Romero (PT do B). A reunião terminou sem um consenso.


Para o secretário da Seplanfic (Secretaria de Planejamento, Finanças e Controle), André Scaff, o percentual superior a média seria ideal para recuperar, por exemplo, defasagem de 12,58% em relação ao IPCA-E (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial) e 13,77% ao Sinapi (Índices da Construção Civil). 


Segundo Scaff, a proposta não surpreenderá o contribuinte. “Não tivemos reajustes na base de cálculo nos últimos três anos e para 2015 será necessário considerar os índices de inflação oficial do país e o aumento dos custos da construção civil. Creio que vamos fechar um aumento de 13 a 15% no máximo, eu espero”, disse o titular da Seplanfic.


Foto: Geovanni Gomes

Vereadores e secretários da Prefeitura em reunião no gabinete do Prefeito Olarte na manhã de ontem (21)

 

Já Olarte havia sugerido um aumento de 23%, mas os vereadores consideram o percentual muito elevado no imposto.  Segundo ele, a prefeitura ficou sem conceder aumento por três anos e há dois não houve correção na tabela.


No ano passado, os vereadores optaram por congelar o valor do imposto. Para o prefeito, há outros índices que compõem o cálculo e interferem no reajuste.


"Nós temos a inflação do período e o aumento real que está muito a quem do que desejamos. Nós precisamos do aumento, porque ele é importante para a gente se recuperar nas finanças. Pegamos a prefeitura com déficit de R$ 300 milhões e até dezembro vamos equilibrar as contas, por isso, precisamos fazer o reajuste", comentou.


Para a vereadora Carla Stephanini (PMDB) o reajuste não deve agravar o déficit financeiro de arrecadação do município “A população é contra esse aumento que o prefeito quer, de 23%”. Já Grazielle Machado (PR) entende que o reajuste precisa ser melhor discutido entre os vereadores “Temos que nos reunir e decidir essa tarifação. É um absurdo a ideia dos 23%, vamos brigar pela população para não ser esse valor”.

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