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Política

Rose confirma que é um dos nomes do PSDB para a corrida eleitoral

08 março 2016 - 10h14Por Izabela Sanchez e Rodson Willyams

A vice-governadora Rose Modesto (PSDB) confirmou que as pesquisas já indicam seu nome como uma das lideranças tucanas a concorrer a prefeitura de Campo Grande nas eleições deste ano. A vice-governadora, que participou hoje (8) de evento na governadoria sobre o Dia Internacional da Mulher, conversou com o TopMídiaNews sobre a movimentação do PSDB e a expectativa para o pleito.

Rose explicou que o partido dividiu as pesquisas em duas frentes: qualitativa e quantitativa. De acordo com ela, a pesquisa qualitativa já foi encerrada e, a partir dela, surgiram, além do próprio nome, indicações para pré-candidato como Eduardo Riedel, secretário de Governo, além de outras lideranças.

“No dia 18 devemos encerrar a pesquisa quantitativa. O resultado é que deve indicar o nome, e a conclusão das pesquisas deve surgir no máximo até o dia 25”, contou a vice-governadora.


Eleições

De acordo com o que apurou o Top Mídia News, já são cerca de 10 partidos que se preparam para concorrer às eleições deste ano. Além dos tucanos, com nomes como Rose Modesto e Eduardo Riedel, o PSD que ganhou o deputado Marquinhos Trad na sigla, deve colocar o recém-chegado para concorrer a prefeitura de Campo Grande. O PTB já tem Nelson Trad como provável pré-candidato, que deve concorrer com o irmão.

O PP deve tentar a reeleição do prefeito Alcides Bernal (PP). O PMDB analisa nomes como o do deputado federal Carlos Marun e do deputado estadual que se filiou ontem (7) à sigla, Marcio Fernandes. O PDT também se divide entre dois nomes,  com o deputado estadual Felipe Orro e o presidente regional do partido, Dagoberto Nogueira.

O fragilizado Partido dos Trabalhadores analisa a possibilidade de lançar o deputado estadual Pedro Kemp ou o colega Amarildo Cruz. O deputado federal Zeca do PT chegou a ser cotado, mas planeja concorrer ao Senado em 2018. 

Já o presidente da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul), Ricardo Ayache, mudou para o PSB com o apoio da legenda para viabilizar um projeto em 2016.