quarta, 21 de janeiro de 2026

Busca

quarta, 21 de janeiro de 2026

Link WhatsApp

Entre em nosso grupo

2

WhatsApp Top Mídia News
Política

11/06/2015 15:07

Secretário nega denúncias de nepotismo e funcionários fantasmas

O secretário Municipal de Infraestrutura, Valtemir Alves de Brito, conhecido como ‘Kako’, negou as denúncias de contratação de funcionários fantasmas e nomeação de irmãos em cargos do município, investigadas pelo MPE-MS (Ministério Público Estadual).

“Puseram até a Ângela de Brito (ex-secretária municipal de educação), ela não é minha irmã. Inclusive a Globo retratou. Foi uma informação veiculada incorretamente”, declarou, ao TopMídia News.

Kako foi arrolado no processo que investiga a contratação de funcionários fantasmas em diversas secretarias do município e possível enriquecimento ilícito do prefeito Gilmar Olarte (PP). A tramitação está sob responsabilidade do juiz Luiz Antônio Cavassa de Almeida, na 1º Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.

Entre os indiciados aparecem ainda a presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Elizabeth Félix da Silva Carvalho; seu filho, Felipe Félix de Carvalho; a assessora comissionada da prefeitura, Ana Maria Ferreira Feliciano; seu marido, o fotógrafo e pastor, Luiz Márcio dos Santos Feliciano; a depiladora, Fabiana Garcia de Souza.

Conforme a denúncia elaborada pelo MPE, Felipe Felix de Carvalho, filho de Beth Felix, que na época da investigação era diretora de Habilitação e Educação no Trânsito no Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito), seria funcionário fantasma da administração municipal. Ele teria sido flagrado em academias, supermercados e passeios durante o horário de expediente.


Em escutas das investigações do Gaeco, divulgadas pela TV Morena, o prefeito supostamente negocia com Valtemir de Brito a contratação de servidores fantasmas. No áudio, Olarte informa que Beth Félix pediu um cargo para o filho cujo o símbolo seria DCA-2, mas que receberia o trabalho de assessor especial DCA-3, em que a remuneração é de R$ 5,3 mil, a contar de 1º de abril.

Já Ana Maria Feliciano e Luiz Feliciano são dois dos citados em outro processo, baseado nas investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), que apontam Gilmar Olarte como mentor de esquema estelionatário, onde ele o ex-assessor especial da Segov (Secretaria Municipal de Governo), Ronan Edson Feitosa de Lima, foram indiciados por corrupção passiva e lavagem de capitais.

Segundo os autos do processo, eles atuavam “fazendo ofertas de ajuda política, empregos futuros e outras participações no executivo municipal” para obter “cheques bancários, que passaram a descontar com agiotas ou em factorings [compra de ativos financeiros], deixando sem fundos as respectivas contas bancárias, causando prejuízos aos seus titulares”. 


Os dois processos estão tramitando no TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Felipe Felix de Carvalho foi exonerado após as denúncias, mas a depiladora Fabiana Garcia de Souza e Béth Félix continuam trabalhando na prefeitura.

Siga o TopMídiaNews no , e e fique por dentro do que acontece em Mato Grosso do Sul.
Loading

Carregando Comentários...

Veja também

Ver Mais notícias