O vereador Paulo Siufi (PMDB) foi o quinto a ser liberado pela operação do Gaeco (Grupo de Atuação e Repressão ao Crime Organizado), mas não falou com a imprensa sobre o caso e se manteve calado ao ser questionado sobre o depoimento sobre a cassação de Alcides Bernal.
Siufi apenas afirmou que soube do afastamento de Gilmar Olarte da Prefeitura de Campo Grande e do presidente da Câmara do Vereadores, Mario Cesar, também do PMDB, no momento em que foi liberado.
O celular de Paulo Siufi foi um dos 17 aparelhos apreendidos pelo desembargador Luiz Carlos Bonassini da Silva, do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).
Aconselhado pelo advogado Renê Siufi, Paulo se manteve em silêncio, assim como os outros vereadores representados pelo mesmo advogado, Shimabukuro e Edil Albuquerque.







