O secretário de Cultura e Cidadania de Mato Grosso do Sul, Athayde Nery (PPS), esclareceu que o convênio com a prefeitura de Deodápolis para realização de show musical é feito para que haja divulgação de artistas que produzam cultura em MS.
A apresentação do cantor Koyoty, da Banda Luxúria, programada para celebrar o aniversário de 41 anos de Deodápolis, virou alvo do Ministério Público Estadual, que recomendou ao poder executivo não realizar o evento por conta do alto valor do cachê, de R$ 44 mil, que conforme a Promotoria de Justiça não está a altura do artista contratado.
Outro ponto destacado pelo MPE, é que o município não investe o necessário para manter serviços essenciais, como creches, apontadas pela Promotoria de Justiça como insuficientes e em péssimo estado estrutural.
O convênio, celebrado entre a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, segundo Nery, previa a apresentação de duas atrações musicais regionais e uma nacional. Mas para o MPE, seria necessário licitação para promover o evento. Ainda conforme o titular da Cultura, essa atribuição é da prefeitura e não da secretaria.
''Sendo este um ano especial de comemoração aos 40 anos do Estado, estamos estimulando todos os municípios a realizarem atos alusivos a essa importante data, enaltecendo nossa cultura e o orgulho sul-mato-grossense, orientando para que as contratações sigam o princípio da valorização da arte produzida em nossa terra”, escreveu o secretário.

(Koyoty foi contratado para cantar no aniversário de Deodápolis)








