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Política

há 1 mês

Tereza coloca futuro político nas mãos de Adriane Lopes

Senadora dobrou a aposta política na pupila prefeita de Campo Grande, mesmo com rejeição de 95%, apontada pela pesquisa Veritá

A senadora Tereza Cristina (PP) reapareceu após quase um mês sumida de Campo Grande e, para a surpresa do mundo político, dobrou a aposta no apoio à prefeita Adriane Lopes, do mesmo partido. Diferente de outras lideranças proeminentes do Estado, como o governador Eduardo Riedel, também progressista, que reforça o afastamento da chefe do Executivo municipal, a senadora não só mostrou uma nova união com a pior prefeita de Capital do País – conforme duas pesquisas consecutivas divulgadas em sequência – como ainda ironizou as críticas dos campo-grandenses.

Tereza foi a principal avalizadora da candidatura de Adriane em 2024, e chamada de ‘madrinha’ pela então candidata, que acabou vencendo o pleito. Assumindo a gestão no ano posterior, a prefeita vem fazendo uma gestão, no mínimo desastrosa, culminando com a crise do IPTU neste ano, com tarifaço de 400%.

Isso fora a falta de medicamento e médicos nos postos de saúde, greve de enfermeiros, dentistas e até ônibus, além da buraqueira crônica na cidade. 

Pressionada, Tereza optou pelo caminho da ironia na defesa da pupila e já soltou a célebre frase: ‘chuva passa, buraco passa’. Ignorou, por exemplo, que ano passado, na época sem chuvas, Campo Grande ficou cinco meses sem pagar o tapa-buracos e a cidade foi tomada por uma crise sem precedente de infraestrutura, com Adriane sendo salva pela Câmara Municipal, que liberou R$ 10 milhões antecipadamente da devolução do duodécimo.

Assim, Tereza Cristina, que ainda sonha com destinos mais amplos na política, como uma vice-candidatura na presidência de Tarsício de Freitas ou até mesmo Flávio Bolsonaro, coloca seu futuro político nas mãos de Adriane Lopes.

Afinal, terá que responder a uma pergunta simples: se não resolveu os problemas da própria casa, como vai resolver do Brasil?

PESQUISAS
Em novembro, pesquisa da AtlasIntel apontou Adriane Lopes apenas com 14% de aprovação, ou seja, uma rejeição de 86%. Pós-emissão dos carnês do IPTU, outro instituto nacional de pesquisa, a Veritá, mediu uma rejeição de basicamente 95% da prefeita de Campo Grande.

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