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União do PSB e Rede contribuirá com a política, diz Campos

Debate eleitoral

28 OUT 2013
Redação
13h32min
Foto: Divulgação/Valor

O governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, disse que o primeiro encontro programático entre o PSB e a Rede tem como objetivo oferecer ao País uma contribuição política e não eleitoral.

Apesar disto, Campos demonstrou que a sua candidatura à presidência veio para ficar. "Mais do que vencer o debate de 2014, espero que ele nos permita ter as condições de fazer o povo brasileiro vencer a partir de 2015", disse em alusão à corrida ao Palácio do Planalto no próximo ano.

As declarações, feitas nesta segunda-feira (28), em São Paulo, vieram na esteira da afirmação sobre a união entre o PSB e a Rede: “Nós ganhamos 2013”. As demonstrações explícitas de confiança vêm com a filiação da ex-senadora Marina Silva e de alguns de seus partidários, que tiveram o registro de criação do seu partido, o Rede Sustentabilidade, negado pela Justiça Eleitoral. "Nós estamos aqui para dar uma contribuição política que ajude o Brasil a melhorar", assegurou.

Campos ainda aproveitou a ocasião para criticar, de forma velada, o atual governo da presidente Dilma Rousseff e os quase 11 anos que o PT está à frente do poder. Para ele, o atual modelo de gestão está esgotado e que é necessário buscar novas oportunidades. "Com esse pacto que está aí, com práticas que estão aí implantadas na vida pública com naturalidade, nós não vamos aproveitar a janela de oportunidade que a história está nos oferecendo", disse.

União - O encontro programático entre o PSB e a Rede deverá se estender ao longo de toda esta segunda-feira. Com a participação de pelo menos 120 integrantes, a meta é estabelecer pontos para a elaboração de um documento contendo as diretrizes para a elaboração de um programa de governo que deverá ser apresentado em 2014.

Especialistas de diversas áreas, entre empresários, acadêmicos e políticos, participam de dez mesas de debate. A articulação e consolidação do programa está sob a responsabilidade do ex-ministro da Integração Nacional Fernando Bezerra Coelho (PSB).

Fonte: Brasil 247

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