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Política

03/01/2026 17:50

'Usam guerra para saquear riquezas de outros países', diz vereadora ao criticar ataque dos EUA

Luiza Ribeiro critica intervenção dos EUA na Venezuela e acusa país de usar poder militar para controlar petróleo

Após anunciar neste sábado (3) a derrubada do ditador Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que irá administrar a Venezuela e controlar o petróleo do país. A declaração provocou forte repercussão política, principalmente entre parlamentares de esquerda.

A vereadora Luiza Ribeiro, do Partido dos Trabalhadores (PT), publicou em suas redes sociais uma charge em que Trump aparece bebendo e se lambuzando de petróleo venezuelano. A imagem é acompanhada de texto crítico, no qual a parlamentar acusa os Estados Unidos de usar seu poderio militar para “roubar” riquezas de outros países.

“Não é uma questão ideológica (direita ou esquerda). É sobre enfrentar uma ameaça americana de usar seu poderio bélico para ‘roubar’ riquezas de outros países”, escreveu Ribeiro.

Segundo a vereadora, a ação dos EUA faz parte de uma nova política operacional que ela chamou de “Doutrina Monroe 2.0”, na qual energia e petróleo são tratados como questões de segurança nacional, e a coerção armada é legitimada como instrumento político.

Ribeiro destaca que a escolha da Venezuela não é aleatória: o país possui as maiores reservas de petróleo pesado do mundo, estratégico para os EUA, que possuem principalmente petróleo leve. Além disso, as relações da Venezuela com China, Rússia e Irã tornam o país um alvo estratégico.

“Não se trata de ação contra Maduro, que deve ser responsabilizado por crimes cometidos, nem de salvar um povo sofrido. Quem faz torcida ideológica empurra a América Latina para o colo do imperialismo americano, sob pressão bélica”, afirmou a parlamentar.

Ela também ressaltou que a invasão visa limitar o acesso da China ao petróleo latino-americano, encarecer cadeias energéticas alternativas e enviar um sinal de força dos EUA. “A disputa EUA-China passa pela América Latina, e a Venezuela é estratégica”, concluiu.

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