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Política

10/02/2015 14:16

Vereador vai à Justiça e quer punição dos envolvidos no Gisa

Legislativo

O vereador petista Marcos Alex informou durante a sessão ordinária desta terça-feira (10), na Câmara Municipal, que deve ingressar com uma ação popular na Justiça para pedir que os envolvidos no escândalo do  Sistema Gisa (Gerenciamento de Informações em Saúde) sejam responsabilizados. O parlamentar não descarta a possibilidade de colocar o prefeito Gilmar Olarte (PP) na ação.

Segundo Alex do PT, a partir do momento em que a prefeitura aceitou a pagar o valor de R$ 8,2 milhões que foram aplicados no projeto, mas que nunca foi implantado, o prefeito passou a ser conivente.

"Na minha opinião, quem tem que pagar a conta é o ex-secretário Leandro Mazina, Luiz Henrique Mandetta e o ex-prefeito Nelson Trad Filho. Não é apenas R$ 8 milhões são R$ 16 milhões porque a prefeitura pagou logo que entrou e agora vai pagar de novo pelo que vai sair. Esse dinheiro não é dinheiro que se acha a qualquer momento. O Ministério da Saúde também não podia cobrar da prefeitura desse recurso", comentou o petista.

Ainda conforme o parlamentar, a Controladoria-Geral da União já havia apontado o envolvimento de Mandetta e Nelsinho no esquema de desvio de recurso do Gisa. "O Poder Público não pode passar a mão na cabeça de quem cometeu ato ilícito. Se o prefeito concorda em pagar algo que não foi a prefeitura que fez, não descarto a possibilidade de incluí-lo nesta ação popular. Contra esse ato de corrupção que foi criado. O Olarte para sair desta crise teria que abrir um debate para encontrar uma solução, mas como não fez, pode ser encarado como conivente".

De acordo com o líder do prefeito na Casa de Leis, vereador Edil Albuquerque, do PMDB, explicou que quem paga pelo dano é a própria população mesmo a responsabilidade sendo da prefeitura. "Mas o município sendo lesado pode ir atrás de quem fez. Daí será necessário fazer um levantamento para saber quem era os responsáveis na época".

A prefeitura foi obrigada a devolver os recursos para o Ministério da Saúde usados para implantar o sistema que nunca funcionou. Ontem (9), durante coletiva, o secretário municipal de Saúde Jamal Salem disse que o valor de R$ 8,2 milhões seriam dividido em 30 parcelas. Mas na contra mão, Olarte explicou à tarde que a prefeitura vai pagar R$ 1,5 milhão inicial e parcelar o restante em 60 vezes de 100 a 200 mil mensalmente.

Mais uma vez, os gestores entraram em contradição no repasse de informações. Ao todo o valor investido no Gisa foi de R$ 10 milhões. 

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