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Política

28/05/2015 17:49

Vereadores alegam que Câmara ‘para’ sem R$ 2,9 milhões de verbas indenizatórias

Dinheiro extra

Após a Justiça determinar a suspensão da verba indenizatória para os 29 vereadores da Câmara Municipal, os parlamentares se manifestaram contrários ao corte, que pode chegar a quase R$ 3 milhões por ano. Segundo os legisladores, a verba de R$ 8,4 mil mensais por gabinete é aplicada diretamente em "ações voltadas para a comunidade" e, sem esse recurso, os trabalhos ficam comprometidos.

Para o atual presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Contas Públicas, vereador Eduardo Romero, do PT do B, se o recurso não vier, as ações que realiza em seu gabinete poderão ficar comprometidas.

"Vou ter uma dificuldade imensa para fazer o meu trabalho. Isso significa que algumas visitas em determinadas regiões podem ser comprometidas. No caso do meu gabinete, a gente utiliza para ajudar as comunidades, com a divulgação de eventos, damos apoio com a parte gráfica. Inclusive, o nosso trabalho sobre as nossas ações pode ficar prejudicado", comentou Romero.

O mesmo pensamento também foi revelado pela vereadora Luiza Ribeiro (PPS), que é favor que a Câmara recorra da decisão. "Essa verba nos ajuda a pagar conta de telefone, na confecção de panfletos, audiências públicas, transporte, atividades do próprio gabinete e até mesmo na gasolina. Se cortarem essa verba, como vai ficar as coisas no gabinete", questiona.

O vereadores Edil Albuquerque, do PMDB, ainda revelou que quem fica prejudicado são aqueles vereadores que estão mais presentes nos bairros. "Claro que a medida atinge a todos, mas por exemplo, o Paulo (Siufi, do PMDB) o Coringa (PSD), que são vereadores que vivem nos bairros, serão os principais afetados. Essa verba faz com que você como parlamentar tenha estrutura e se você tem isso consegue se movimentar, se não tem, fica limitado".

A Câmara Municipal deve recorrer da decisão para tentar não cortar os recursos. Segundo Edil, nos estados onde ocorreu situação semelhança há jurisprudência sobre o assunto. "Em relação a isso estamos tranquilos e que no final vai dar tudo certo", finalizou o vereador. 

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