Poucos vereadores ousaram se posicionar diante da investigação iniciada na última quinta-feira (9), pela Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Receita Federal que identificou irregularidades em processo licitatório de duas obras, uma delas sendo o aterro sanitário de Campo Grande, orquestrado por uma organização criminosa.
Durante a sessão ordinária desta terça-feira (14), muitos parlamentares se esquivaram das perguntas e mantiveram a neutralidade sobre os inquéritos.
Segundo o vereador Flávio Cesar, do PT do B, as denúncias são consideradas sérias e precisam ser investigadas. "São acusações importantes e a gente não pode falar sobre o assunto. Primeiro, a gente teria que analisar sobre o que exatamente está sendo investigado, para depois a gente se pronunciar. Enquanto ainda é desconhecido o conteúdo da investigação, só nos resta esperar a investigação ser concluída".
A mesma opinião também foi comentada pelo vereador Paulo Pedra, do PDT. "Nós ainda não tem essas informações e fica difícil nos pronunciarmos. Acho que tudo tem que ser investigado, mas sem ter detalhes da investigação, não posso falar muita coisa".
Líder do prefeito na Câmara Municipal, o vereador Edil Albuquerque, do PMDB, apenas disse que todas as licitações passam por uma junta que analisa todos os contratos fechado no Executivo. "Todos os contratos passam por uma junta que avalia cada contrato. Até onde sei a prefeitura não foi notificada. Acredito que mesmo assim, ela já deve estar tomando todas as medidas necessárias e acompanhando o caso".
Durante agenda pública, o prefeito Gilmar Olarte, do PP, afirmou que determinou que a Procuradoria-Geral Município que acompanhasse o caso.







