Projeto de Lei Complementar que desconta 14% na gratificação de servidores da Educação foi retirado de pauta, nesta terça-feira (18), na Câmara Municipal. A proposta é da Prefeitura Municipal e gerou polêmica.
No texto, o Município altera o estatuto dos servidores públicos e autoriza desconto de 14% do ''Profuncionário'', gratificação relacionada à ‘’Formação Inicial em Serviço dos Profissionais da Educação Básica dos Sistemas de Ensino Público’’. Esse valor corresponde de 65% a 100% do salário recebido pelo servidor.
Já a Prefeitura e o presidente do Instituto Municipal de Previdência, o IMPCG, alegam que a medida é benéfica para os trabalhadores, que teriam o valor incorporado ao salário para fins de aposentadoria.
Manifestantes fizeram pressão para que vereadores votassem contra o PLC 989/25. Alguns levaram faixas e cartazes criticando o desconto. Pouco antes de ser colocado em votação, o líder da prefeita, vereador Beto Avelar (Progressistas) anunciou que o executivo pediu a retirada do texto para ajuda.
A decisão foi celebradas por servidores e sindicalistas, que aplaudiram a medida e bradaram contra a proposta.







