Os vereadores arquivaram, nesta quinta-feira (18), projeto que concedia isenção de imposto, o ISSQN, para empresas que exploram o transporte coletivo em Campo Grande.
O projeto gerou polêmica em meio à greve dos motoristas de ônibus por atrasos nos repasses da prefeitura ao Consórcio Guaicurus. Inicialmente, foi dito que o projeto – de iniciativa do Poder Executivo - não estava na Casa. Porém, horas depois, o texto foi colocado em votação.
Conforme o placar da Câmara, 15 vereadores votaram ‘’sim’’ a favor do projeto e dez parlamentares recusaram a isenção. Porém, o PL precisava de ao menos 20 votos, por isso foi derrubado.
O presidente Papy destacou que o projeto veio da prefeitura, ou seja, através de Adriane Lopes. Beto Avelar (PP), que é líder da prefeita na Câmara, votou pela manutenção do ISSQN. Já Marquinhos Trad (PDT) votou pela derrubada do texto.
''É um sinal pra cidade que o parlamento está esgotado'', observou Papy.
Votos
A favor da isenção votaram: Belo Avelar, Dr. Jamal, Carlão, Clodoilson Pires, Herculano Borges, Veterinário Francisco, Silvio Pitu, Ronilço Guerrero, Rafael Tavares, Dr. Victor Rocha, Professor Riverton, Professor Juari, Otávio Trad, Neto Santos e Leinha.
Contra a isenção foram: Maycon Nogueira, Ana Portela, André Salineiro, Fábio Rocha, Flávio Cabo Almi, Jean Ferreira, Landmark, Wilson Lands, Marquinhos Trad e Luiza Ribeiro.
Ainda não há informações sobre o impacto sobre a tarifa.







