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Política

13/07/2015 14:32

Enquete: Você acredita que novos nomes aparecerão na Operação Lama Asfáltica?

A Operação Lama Asfáltica deflagrada na última quinta-feira (9) já pode ser considerada um marco na história de Mato Grosso do Sul, mas poucos nomes foram revelados até o momento. Pensando nisso, o Top Mídia News quer saber do leitor: “Você acredita que novos nomes aparecerão na Operação Lama Asfáltica?”

Para participar basta acessar o link aqui ou acessar a página inicial do Portal. A pesquisa está localizada no final da página, no canto direito da tela, através do ícone 'Dê sua opinião'. Existem duas ferramentas: "Votar" e "Resultado". Ao clicar na opção votar, o portal abrirá uma nova janela com as opções. Basta clica nas setinhas em laranja para validar o seu voto.

Na semana passada, os leitores votaram em seus preferidos à reeleição para a Assembleia Legislativa em 2018. Foram disponibilizados na enquete os nomes dos 24 parlamentares que possuem mandato político no momento. Do total, oito deputados estaduais não receberam votação significativa. Confira aqui.

Investigações

A Operação Lama Asfáltica investiga uma organização criminosa que teria fraudado diversas licitações em obras públicas de Mato Grosso do Sul. Os suspeitos teriam cometido os crimes de sonegação fiscal, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva e fraudes à licitação.

A ação da PF (Polícia Federal) em conjunto com a Receita Federal, a Controladoria Geral da União e o Ministério Público Federal cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara Federal de Campo Grande, em residências e empresas dos investigados.

Foram vistoriadas as casas do ex-secretário municipal de administração, José Antônio de Marco, do ex-secretário estadual de obras, Edson Giroto, as propriedades do empresário João Amorim e a sede da Seinfra (Secretaria de Estado de Obras e Infraestrutura)/ Agesul (Agencia Estadual de Gestão de Empreendimentos).

De acordo com a Receita Federal, as investigações começaram a dois anos, quando foram detectados indícios de que importante empresário de Mato Grosso do Sul, possivelmente João Amorim, e diversas pessoas ligadas a ele corromperiam servidores públicos, fraudando licitações e desviando recursos públicos.

Dentre as ações do suposto grupo criminoso consta o direcionamento de licitações a empresários ligados à organização, os quais recebiam valores supostamente superfaturados e repassavam parte dos lucros a servidores coniventes envolvidos. Também foram identificadas vultosas doações para campanhas de políticos.

                                              

O nome da operação faz referência a um dos insumos utilizados em obras com indícios de serem superfaturadas identificadas durante as investigações. Além de documentos, a polícia apreendeu uma obra de arte e mais de R$ 747,9 mil, em moedas nacionais e estrangeiras. Para entender o papel de cada um dos envolvidos, leia mais aqui.

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