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ANS suspende a partir de segunda-feira, 150 planos de saúde de 41 operadoras

16 novembro 2013 - 19h00Por Aline Oliveira

A partir de segunda-feira (18), 150 planos de saúde de 41 operadoras terão a venda proibida, conforme decisão da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). O motivo foram as reclamações dos consumidores com relação a negativas de cobertura e a descumprimento dos prazos de atendimento estabelecidos para marcação de consultas, exames e cirurgias.

 

Entre as 41 operadores que atendem um público de 4,1 milhão de pessoas estão Amil, AIG Saúde, Dix e Unimed em vários Estados brasileiros. Outras 19 operadoras cujos planos já haviam tido a venda suspensa continuam proibidas de fazer a comercialização, pois não responderam satisfatoriamente às notificações da ANS. Trinta e seis planos de sete empresas foram liberados porque os problemas detectados foram sanados. Nos dois casos, nada muda para quem já é segurado.

 

Cabe destacar que as medidas foram anunciadas esta semana após a conclusão do 7º ciclo de monitoramento dos planos,  feitos entre 19 de junho e 18 de setembro. O levantamento mostrou que o número de reclamações de consumidores diminuiu de 17.417 para 15.158 em relação ao trimestre anterior, um sinal de que as seguradoras estão buscando melhorar o serviço prestado. Por outro lado, o número de empresas sancionadas quase dobrou (foram 21 de março a junho). No total, chegaram queixas sobre 516 operadoras.

 

Segundo a ANS a suspensão temporária é uma medida preventiva e não punitiva. De janeiro a outubro, as 59.564 notificações enviadas, 49.226 foram resolvidas facilmente. O melhor caminho para os consumidores insatisfeitos é reclamar primeiro com o plano e só depois com a agência (pelo Disque ANS, acessado pelo telefone 0800-701-9656).

 

Uma vez notificadas pela ANS, as operadoras têm cinco dias úteis para se explicar. Depois disso, o consumidor lesado tem dez dias para comunicar se o problema foi resolvido. Formas mais severas de sanção são usadas em casos persistentes, incluindo multas, que variam de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

Fonte: Estado de São Paulo

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